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Quinta-feira, 23 de Abril 2026
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Notícias / Política

O que o Tarô revela sobre Tarcísio, Lula, Bolsonaro em 2026

Tarô aponta vantagem paulista para Tarcísio, alerta para a direita e a possibilidade de um nome surpresa surgir na corrida presidencial

O que o Tarô revela sobre Tarcísio, Lula, Bolsonaro em 2026
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Se seguir o conselho do Tarô, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), deve disputar a reeleição e sair vitorioso da empreitada.

Tarcísio é hoje a principal aposta da centro-direita para enfrentar Lula em 2026. O cálculo político, porém, envolve um dilema: vale a pena arriscar uma candidatura nacional diante de uma reeleição praticamente garantida, como mostram as pesquisas?
 
A renomada taróloga Adriana Kastrup afirmou ao Panorama Metrópoles que, segundo as cartas, Tarcísio teria sucesso caso permaneça na disputa pelo governo paulista. Kastrup tem entre seus seguidores nas redes sociais políticos como Ciro Gomes e Marcelo Calero, além de personalidades influentes e famosas, como Tata Werneck e Flora Gil.
 

Segundo Adriana, a reeleição de Lula pode ser ameaçada pelo surgimento de um outsider — alguém totalmente fora do radar político, ainda não identificado pelas cartas, mas com potencial de alterar o equilíbrio eleitoral.

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), não é esse outsider. Porém, pode ganhar tração se conseguir montar alianças amplas e evitar uma campanha guiada pela emoção. Para a taróloga, a direita tende a perder a disputa se insistir em uma estratégia emocional em vez de racional.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro continua influenciando a política, mas sua saúde tende a fragilizá-lo progressivamente, exigindo atenção constante. As cartas não apontam chances de vitória para Eduardo Bolsonaro ou Michelle Bolsonaro em uma eventual disputa presidencial.

Tarô e política: uma relação antiga e estratégica

O vínculo entre esoterismo e poder não é novidade. Desde o Renascimento, quando o teocentrismo deu lugar ao antropocentrismo, o Tarô se popularizou entre a elite europeia como ferramenta de leitura do presente e orientação para decisões futuras. Ao longo dos séculos, essa prática deixou os salões aristocráticos, ganhou novas interpretações e se manteve como instrumento simbólico para compreender movimentos coletivos e individuais.

Hoje, seu uso permanece, às vezes de forma discreta, em gabinetes e campanhas eleitorais.

O presidente da Argentina, Javier Milei, é um exemplo explícito: toma decisões ancorado nas cartas, e sua irmã recorreu ao Tarô para modelar a estratégia que garantiu maioria no Congresso este ano, apostando em nomes desconhecidos contra o senso comum.

No Brasil, figuras da esquerda, direita e centrão também recorrem às cartas em momentos de tensão e definição de rumos — ainda que raramente admitam isso publicamente.

Na literatura esotérica e no imaginário político contemporâneo, o Tarô é descrito como um instrumento que amplia a percepção sobre futuros possíveis. Não determina o destino, mas ajuda a refletir sobre cenários, riscos e escolhas, exatamente o tipo de apoio simbólico que muitas lideranças buscam quando o horizonte político é incerto.

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): Marcelo Camargo/Ag. Brasil

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