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Terça-feira, 21 de Julho 2026
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O encontro de Lula e Trump após a decisão dos EUA sobre CV e PCC

Presidente Lula pode se encontrar com Trump durante evento em meados de junho, semanas após EUA classificarem CV e PCC como terroristas

O encontro de Lula e Trump após a decisão dos EUA sobre CV e PCC
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O presidente Lula poderá encontrar Donald Trump pessoalmente em meados de junho, dias após o governo americano designar o PCC e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

O possível encontro entre eles deve acontecer na cúpula do G7, grupo que reúne as maiores economias globais. O evento está marcado para acontecer entre os dias 15 e 17 de junho, no interior da França.

A Casa Branca já confirmou a presença de Trump no encontro. Embora o Brasil não integre o G7, Lula também foi convidado e sinalizou que comparecerá à reunião da cúpula do bloco.

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O encontro de Lula e Trump após a decisão dos EUA sobre CV e PCC - destaque galeriaApesar de tanto Lula quanto Trump já terem confirmado presença na cúpula do G7, não há, até o momento, qualquer previsão de reunião bilateral entre eles à margem do evento.

Em 2025, Lula participou da cúpula do G7 no Canadá, mas acabou não se encontrando com Trump. O americano já havia deixado o local quando o presidente brasileiro chegou ao evento.

Reação do governo Lula

Mais cedo, o governo brasileiro divulgou uma nota oficial reagindo à decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas.

Na nota, o governo diz que a soberania brasileira é “inegociável” e afirma que “falsos patriotas” e “envolvidos com o crime organizado” pedem intervenção estrangeira em assuntos nacionais.

A nota foi divulgada enquanto o presidente Lula discursava em Sergipe. Durante sua fala, o petista classificou o CV e o PCC como “terroristas” e afirmou que as organizações serão combatidas no país.

“Eles incomodam as famílias, eles incomodam o bairro, eles incomodam as cidades, eles roubam tudo a que o povo tem direito, e o direito de o povo viver livremente. Então, eles são terroristas, e nós vamos combatê-los aqui dentro. […] Nós não aceitamos ser tratados como moleques. Nós não aceitamos ser tratados como se fôssemos uma republiqueta.”

Lula também criticou o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e disse que o parlamentar “não tem vergonha na cara” de “trair” o Brasil e de ir aos EUA pedir intervenção em território brasileiro.

Fonte/Créditos: Metrópoles

Créditos (Imagem de capa): Andrew Harnik/Getty Images

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