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Sábado, 25 de Abril 2026
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Notícias / Política

Nikolas critica pedido da PGR por condenação de Jair Bolsonaro

Deputado comparou postura do órgão em relação ao ex-presidente com caso de fraudes no INSS

Nikolas critica pedido da PGR por condenação de Jair Bolsonaro
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Em publicação nas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou a Procuradoria-Geral da República (PGR) após o órgão pedir a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta tentativa de golpe de Estado. O parlamentar afirmou que a mesma PGR arquivou uma investigação sobre fraudes no INSS envolvendo Carlos Lupi, atual presidente do PDT e ex-ministro do governo Lula.

– A mesma PGR que arquivou a investigação sobre fraudes bilionárias no INSS, envolvendo o ex-ministro de Lula, Carlos Lupi, agora pede 43 anos de prisão para Bolsonaro, por “tentativa de golpe” — sem arma, sem ordem, sem provas. Enquanto o governo Lula afunda em corrupção e escândalos, a Justiça prefere se vingar do presidente Bolsonaro e de toda oposição. Podem escrever o roteiro que quiserem. No final, a verdade prevalecerá – escreveu o parlamentar.

 
 
 
Postagem de Nikolas Foto: Reprodução/X

O posicionamento de Nikolas ocorre após a PGR apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF) as alegações finais na ação penal que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado em 2022. Segundo a Procuradoria, Bolsonaro teria liderado uma organização criminosa armada com o objetivo de desacreditar o sistema eleitoral brasileiro, incentivar ataques às instituições democráticas e articular medidas de exceção.

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Além do ex-presidente, também são alvos da denúncia o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ); os ex-ministros Anderson Torres, Braga Netto, Paulo Sérgio Nogueira e Augusto Heleno; o general Almir Garnier e o tenente-coronel Mauro Cid, delator no processo.

Entre os crimes atribuídos aos acusados estão condutas como tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, organização criminosa armada, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

A PGR pediu a condenação de todos os envolvidos, solicitando redução de pena apenas para Mauro Cid, em razão de sua colaboração parcial com as investigações. Ainda assim, o órgão se posicionou contra o perdão judicial ao ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

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