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Terça-feira, 28 de Abril 2026
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Notícias / Política

Nikolas acusa Gilmar Mendes de “reescrever a lei” e lança proposta para reverter medida

Deputado acusa ministro de “reescrever a lei” e diz que mudança limita a legitimidade popular

Nikolas acusa Gilmar Mendes de “reescrever a lei” e lança proposta para reverter medida
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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) anunciou, nesta quarta-feira (3), que irá protocolar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para restabelecer a possibilidade de qualquer cidadão apresentar pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A iniciativa ocorre em reação direta à decisão do ministro Gilmar Mendes, que horas antes havia restringido essa prerrogativa.

PEC reage à decisão de Gilmar, que mudou regras do impeachment

Pela decisão de Gilmar, denúncias contra ministros do STF por crime de responsabilidade passam a ter apresentação exclusiva pela Procuradoria-Geral da República (PGR), alterando também o procedimento de análise no Senado.

Nikolas afirma que a legislação sempre garantiu ao cidadão comum o direito de denunciar ministros. Ele classificou a medida de Gilmar como uma “reescrita da lei”, argumentando que o magistrado invadiu competências do Senado — Casa que, segundo o parlamentar, já se manifestou pela manutenção da legitimidade popular.

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Deputado diz que PEC pretende “blindar” o rito de impeachment

O deputado mineiro defende que sua proposta busca:

  • Reforçar a autonomia do Senado;
  • Blindar o rito do impeachment contra mudanças judiciais;
  • Impedir interferências de outros Poderes.

Em uma República, nenhum Poder está acima da Constituição. Nem mesmo quem deveria guardá-la”, disse ele.

O que decidiu Gilmar Mendes

Nesta quarta-feira (3), Gilmar suspendeu trechos da Lei 1.079/1950, que trata do impeachment de autoridades, incluindo ministros do STF. Para o decano da Corte, dispositivos criados antes da Constituição de 1988 não são compatíveis com garantias como vitaliciedade e independência judicial.

A decisão foi tomada no âmbito de duas ADPFs apresentadas pelo partido Solidariedade e pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). O ato segue agora para análise e eventual referendo do plenário do STF.

 

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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