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Segunda-feira, 27 de Abril 2026
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Morte em autódromo: investigação avança e polícia leva suspeito para depor

Mandados são cumpridos pelo DHPP; investigadores reforçam suspeita sobre seguranças que atuavam no evento

Morte em autódromo: investigação avança e polícia leva suspeito para depor
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A Polícia Civil de São Paulo realizou, nesta quinta-feira (26), uma operação para avançar na investigação da morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos, de 35 anos. Agentes do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) cumprem mandados de busca e apreensão e colhem novos depoimentos.

Durante a ação, um homem foi levado para prestar esclarecimentos após ter o celular apreendido. Segundo fontes ligadas à investigação, ele trabalhava como segurança no evento realizado no Autódromo de Interlagos no dia em que o empresário desapareceu.

As diligências desta quinta fazem parte de uma nova fase da investigação. De acordo com fontes ligadas ao caso, os elementos reunidos recentemente reforçam a principal linha de apuração da polícia: a de que seguranças que atuavam no evento podem ter participação direta na morte de Adalberto.

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O empresário desapareceu no fim de maio do ano passado, após passar o dia em um encontro de motociclistas no autódromo, na Zona Sul da capital. Ele foi encontrado morto quatro dias depois, em uma área em obras nas proximidades do local.

O corpo estava dentro de um buraco estreito e profundo, sem sinais aparentes de agressão, o que dificultou o esclarecimento inicial do caso. As circunstâncias da morte levantaram diferentes hipóteses ao longo da investigação.

Mais de nove meses depois, investigadores avaliam que o caso está próximo de ser elucidado. A expectativa é de que a análise dos materiais apreendidos e os novos depoimentos ajudem a esclarecer a dinâmica do crime e a identificar os responsáveis.

A morte de Adalberto chegou a provocar repercussão dentro da própria Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, à época comandada por Guilherme Derrite, diante da dificuldade em esclarecer o caso.

Fonte/Créditos: CNN

Créditos (Imagem de capa): Reprodução/Redes sociais

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