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Sexta-feira, 24 de Abril 2026
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Haddad vê com entusiasmo sinal de Trump para diálogo com Lula: “Ótimo!”

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Haddad vê com entusiasmo sinal de Trump para diálogo com Lula: “Ótimo!”
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou positivamente nesta sexta-feira (1º) a abertura do presidente dos Estados Unidos Donald Trump para um possível diálogo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a respeito das tarifas comerciais impostas recentemente ao Brasil. Em entrevista a jornalistas, Haddad disse que a disposição de Trump é bem-vinda e que Lula também estaria aberto a conversar.

“Acho ótimo e a recíproca, eu tenho certeza, que é verdadeira também. O presidente Lula estaria disposto a receber um telefonema dele quando ele quisesse também”, afirmou o ministro.

Mais cedo, Trump havia sinalizado abertura ao diálogo durante uma conversa com repórteres no jardim da Casa Branca. “Ele [Lula] pode falar comigo quando quiser. Vamos ver o que acontece, eu amo o povo brasileiro”, disse o ex-presidente norte-americano, encerrando com uma crítica: “As pessoas que governam o Brasil fizeram a coisa errada”.

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A troca de declarações ocorre em meio ao aumento da tensão entre os dois países, após Trump assinar, na quarta-feira (30), uma ordem executiva que impõe tarifa de 50% sobre centenas de produtos brasileiros. Segundo o presidente, a medida foi motivada por práticas do governo Lula que estariam prejudicando empresas americanas, violando a liberdade de expressão e afetando interesses estratégicos dos EUA.

Apesar disso, 694 produtos brasileiros ficaram livres da taxação. Entre os que continuam sujeitos à tarifa de 50%, que entra em vigor no dia 7 de agosto, estão itens como café, frutas e carnes.

Haddad destacou que a conversa entre Lula e Trump, caso ocorra, precisará ser cuidadosamente preparada. Segundo ele, a reunião que terá com o novo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, será uma oportunidade para isso.

“Vamos poder trocar ideias sobre todos os temas, inclusive sobre esse. Sobre a oportunidade, a conveniência. Temos que preparar esse terreno, uma vez que o Brasil está em uma situação, um ponto fora da curva em relação ao resto do mundo, por razões políticas. Entendemos que as relações comerciais não devem ser afetadas por avaliações políticas de qualquer natureza”, declarou.

O ministro acrescentou que espera uma “reunião mais longa” e “mais focada” com Bessent, que poderá inclusive ocorrer de forma presencial. Para ele, o encontro com o secretário norte-americano “vai pavimentar o caminho de um encontro” entre os presidentes. Nos Estados Unidos, o secretário do Tesouro tem função equivalente à do ministro da Fazenda no Brasil.

 

Fonte/Créditos: Gazeta Brasil

Créditos (Imagem de capa): Marcelo C amargo/ Agência Brasil

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