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Segunda-feira, 27 de Abril 2026
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Gigante varejista brasileira confirma fechamento de mais de 100 lojas e acelera ajuste operacional em meio à forte queda no digital

Varejista encolhe rede física, redesenha estratégia online e tenta conter prejuízos após recuo no marketplace

Gigante varejista brasileira confirma fechamento de mais de 100 lojas e acelera ajuste operacional em meio à forte queda no digital
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Entre julho e setembro, a Americanas registrou um tombo expressivo no desempenho financeiro. O lucro líquido da companhia despencou 96,4% em comparação ao mesmo período de 2024, ficando em R$ 367 milhões. No ambiente digital, o cenário foi ainda mais adverso: o GMV do e-commerce atingiu R$ 167 milhões, retração de 74,6% em um ano.

 
Nas lojas físicas, contudo, o volume bruto de vendas se manteve estável, somando R$ 3,4 bilhões. Quando considerados os canais físico e online juntos, o recuo total chegou a 11,6%, encerrando o trimestre em R$ 3,7 bilhões. A varejista atribui esse movimento à sua decisão estratégica de reduzir o foco no marketplace e reposicionar o digital dentro de um modelo de integração total com as lojas.
 

Reorientação da estratégia comercial

Segundo a empresa, o terceiro trimestre marca o encerramento do ciclo de reestruturação iniciado após a crise que abalou a companhia. A partir daqui, afirma a Americanas, começa uma fase dedicada a reforçar a operação varejista tradicional.

Nesse processo, a varejista diz ter ampliado acordos com fornecedores, impulsionado o programa de fidelidade Cliente A e acelerado a oferta de serviços financeiros. O foco passa a ser a resposta rápida ao consumidor, com uma jornada de compra fluida entre o online e o físico.

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A principal aposta está no modelo omnicanal: o cliente compra no digital e retira o produto em loja em poucas horas, aproveitando a capilaridade da rede. Atualmente, a companhia declara manter uma base de 45 milhões de clientes ativos.

Enxugamento da rede de lojas

De janeiro a setembro, a Americanas encerrou 112 lojas em todo o país. Foram 51 unidades tradicionais e 61 no formato express, representando uma redução de 6,4% na área total de vendas. A empresa afirma que esses pontos não atendiam aos requisitos mínimos de viabilidade econômica.

Somente no terceiro trimestre, houve o fechamento de 55 lojas, divididas entre 33 tradicionais e 22 express. A varejista explica que essa medida faz parte de um ajuste de portfólio para elevar a eficiência operacional. Além disso, passou a adotar políticas de redimensionamento de espaços com baixa geração de fluxo, como forma de preservar vendas e cortar custos.

Consolidação da nova fase

Com a redução da malha física, o foco no omnichannel e a diminuição do marketplace, a varejista busca consolidar uma estrutura mais leve e eficiente para enfrentar o processo de recuperação. A Americanas reforça que vê o momento atual como o início de um novo posicionamento comercial — mais integrado, ágil e apoiado em serviços e fidelização.

 

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Divulgação

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