Em sua primeira entrevista após ser escolhido por Jair Bolsonaro (PL) como candidato à Presidência da República em 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou, nesta sexta-feira (5/12), que sua candidatura foi bem recebida pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e tentou tranquilizar o mercado financeiro, que reagiu mal ao anúncio.
Tarcísio vinha sendo cotado como candidato à Presidência da República no campo bolsonarista e era o nome preferido do mercado. Após o colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles, revelar a escolha de Flávio por Bolsonaro, a Bolsa de Valores (B3) despencou 4,31% nesta sexta. Segundo Flávio, Tarcísio disse que ele poderia contar com seu apoio “para o que der e vier”.
“Quando eu conversei com ele [Tarcísio] para falar de como é que tinha sido tomada a decisão com o presidente Bolsonaro, ele teve a postura que eu teria se fosse o contrário, que eu teria se fosse o Tarcísio o indicado pelo presidente Bolsonaro, de total apoio, de parceria, de respeito. E falou isso com todas as letras”, disse Flávio.
Questionado sobre a queda da Bolsa após o anúncio de seu nome como candidato bolsonarista ao Planalto, o senador também procurou acalmar o mercado financeiro.
“Eu sei da preferência de alguns do mercado, mas o que eu tenho que falar para todos é que fiquem muito tranquilos. Porque certamente o programa econômico que a gente vai propor para o nosso país vai ser exatamente aquilo que é melhor, não para o mercado, melhor para o povo brasileiro, mas com muita previsibilidade, com muita estabilidade e com pessoas muito sérias ao nosso lado no campo da política. Que podem ter certeza que vão ser infinitamente melhores do que um Taxad [referência a Fernando Haddad] do Ministério da Economia atualmente. O que virá, podem ter certeza, não é que menos pior, vai ser muito melhor para a economia do nosso Brasil”, afirmou.
“Quando eu conversei com ele [Tarcísio] para falar de como é que tinha sido tomada a decisão com o presidente Bolsonaro, ele teve a postura que eu teria se fosse o contrário, que eu teria se fosse o Tarcísio o indicado pelo presidente Bolsonaro, de total apoio, de parceria, de respeito. E falou isso com todas as letras”, disse Flávio.
Questionado sobre a queda da Bolsa após o anúncio de seu nome como candidato bolsonarista ao Planalto, o senador também procurou acalmar o mercado financeiro.
“Eu sei da preferência de alguns do mercado, mas o que eu tenho que falar para todos é que fiquem muito tranquilos. Porque certamente o programa econômico que a gente vai propor para o nosso país vai ser exatamente aquilo que é melhor, não para o mercado, melhor para o povo brasileiro, mas com muita previsibilidade, com muita estabilidade e com pessoas muito sérias ao nosso lado no campo da política. Que podem ter certeza que vão ser infinitamente melhores do que um Taxad [referência a Fernando Haddad] do Ministério da Economia atualmente. O que virá, podem ter certeza, não é que menos pior, vai ser muito melhor para a economia do nosso Brasil”, afirmou.
Flávio também disse que a escolha de seu nome foi um “pensamento” do pai e que é apoiado também pela família. Além disso, afirmou estar honrado com a responsabilidade de prosseguir com o legado de Bolsonaro, que está preso na carceragem da Polícia Federal (PF) após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.
“E ele [Bolsonaro] tem a total confiança, o sangue do sangue dele, os mesmos princípios. E agora está na parte de eu conversar com mais pessoas para que todos entendam que, na verdade, é o projeto que vai ser vitorioso em 2026”, completou Flávio.
Fonte/Créditos: Metrópoles
Créditos (Imagem de capa): Hugo Barreto/Metrópoles
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