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Quinta-feira, 23 de Abril 2026
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EUA devem aplicar sanções ao Brasil com base na Lei Magnitsky já na próxima semana, diz jornalista da CNN

Possíveis sanções do governo Trump devem incluir restrições a vistos de autoridades do Palácio do Planalto e sanções econômicas contra ministros do STF

EUA devem aplicar sanções ao Brasil com base na Lei Magnitsky já na próxima semana, diz jornalista da CNN
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Os Estados Unidos preparam uma série de sanções contra autoridades brasileiras, com anúncio previsto para a próxima semana. A informação foi reforçada pelo jornalista Lourival Sant’Anna, que afirmou que a nova rodada de punições está em fase final de definição e deve ser oficializada nos próximos dias.

Segundo apuração da CNN Brasil, as sanções fazem parte de uma estratégia do governo americano — de impor um novo alinhamento ideológico nas Américas. As primeiras medidas devem atingir o alto escalão do Palácio do Planalto, com suspensão de vistos para entrada nos EUA. O presidente Lula (PT) e a primeira-dama Janja, no entanto, não estariam entre os alvos imediatos.

Além disso, o plano americano prevê sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com base na Lei Magnitsky, utilizada pelo governo dos EUA para punir estrangeiros acusados de corrupção ou violação de direitos humanos. As punições incluem congelamento de bens nos EUA e sanções secundárias, que podem atingir empresas e instituições com vínculos financeiros com os magistrados.

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As medidas também poderão impactar serviços bancários e transações comerciais envolvendo empresas brasileiras que mantêm relações com os Estados Unidos, provocando um efeito cascata nas relações financeiras dos atingidos.

Em um movimento ainda mais drástico, fontes ouvidas pela CNN indicam que o governo americano considera descredenciar a embaixadora Maria Luiza Viotti Ribeiro, representante do Brasil em Washington — o que, na prática, significaria sua expulsão.

De acordo com Sant’Anna, essa ofensiva tem motivação política e está estruturada em fases, de forma a permitir uma escalada progressiva, conforme a reação do governo brasileiro. A mesma estratégia poderá futuramente ser aplicada a outros países da região, como México e Colômbia.

Veja o vídeo:

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