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Quinta-feira, 30 de Abril 2026
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Edging: fetiche em retardar o orgasmo pode ser prejudicial para a saúde, revela médico; entenda

Ato popular pode aumentar chances de disfunção erétil e aumentar o risco de lesões no órgão

Edging: fetiche em retardar o orgasmo pode ser prejudicial para a saúde, revela médico; entenda
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O edging é comumente visto como um fetiche e consiste em retardar o orgasmo. Ele é utilizado tanto na masturbação quanto durante o sexo com um parceiro. Entretanto um médico alertou que o ato popular pode, na verdade, causar danos, aumentando as chances de disfunção erétil.

No edging, o clímax é quase alcançado e então reiniciado, pois pode aumentar o prazer e a intensidade do orgasmo quando este finalmente ocorre. Além disso, prolonga o prazer geral da relação sexual, o que é especialmente útil para quem sofre de ejaculação precoce.

Donald Grant, clínico geral e consultor clínico sênior da The Independent Pharmacy, entretanto, disse que o edging pode levar à disfunção erétil. Isso porque a prática por um longo período pode tornar o corpo do homem menos sensível, dificultando o alcance do orgasmo.

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“Nossos corpos se acostumam rapidamente aos nossos hábitos, e isso não é diferente quando se trata de sexo e masturbação. Com o uso prolongado da técnica de prolongamento do orgasmo, nossos corpos podem se dessensibilizar às técnicas normais de relação sexual ou masturbação. Isso pode ter um impacto duradouro na capacidade dos homens de manter a estimulação, tornando mais difícil obter ou manter uma ereção – um sinal comum de disfunção erétil que pode exigir tratamento”, explicou ele.

Além de causar desconforto, o médico especialista também afirmou que a prática de prolongar a ejaculação precocemente aumenta o risco de lesões.

"A prática de prolongar a ejaculação precocemente promove longos períodos de prazer sexual, o que pode levar à superestimulação e aumentar a probabilidade de lesões. Pode irritar a região genital, causar atrito ou lacerações na pele, principalmente se não forem utilizados produtos como lubrificante”, advertiu Grant.

A prática, segundo o especialista, ainda pode levar à tensão testicular, também conhecida como 'dor nos testículos'. Para evitar isso, Grant, afirma que é necessário limitar as sessões de prolongamento da ejaculação e usar sempre produtos que ajudem a evitar atritos nas áreas genitais.

Fonte/Créditos: Extra

Créditos (Imagem de capa): Foto: Freepik

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