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Sexta-feira, 05 de Junho 2026
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Denúncias de consignado não contratado no INSS crescem 113% em 2025

Foram registradas 19.888 reclamações desse tipo no site Consumidor.gov. Em 2024, haviam sido registradas 9.319 reclamações desse tipo.

Denúncias de consignado não contratado no INSS crescem 113% em 2025
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O número de denúncias de crédito consignado do INSS não contratado cresceu 113% em 2025. Foram registradas 19.888 reclamações desse tipo no site Consumidor.gov, segundo a Secretaria Nacional do Consumidor, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em 2024, haviam sido registradas 9.319 reclamações desse tipo.

Reclamações sobre consignados do INSS — Foto: GloboNews

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Empréstimos que estão sendo cobrados, mas nunca foram solicitados, representam 25,7% do total de reclamações de segurados do INSS na plataforma, dentro do tema de crédito consignado. Entre 2019 e 2025, foram mais de 111 mil reclamações desse tipo.

Reclamações sobre consignados do INSS — Foto: GloboNews

Outro alvo de denúncias de aposentados e pensionistas são os cartões de crédito consignado não solicitados, como a chamada RMC (Reserva de Margem Consignável).

Nesse modelo, após a contratação de um empréstimo, um valor mínimo é descontado diretamente do benefício do segurado. Entre 2019 e 2025, foram registradas 11,8 mil reclamações de cartões não solicitados — mais de 3 mil apenas no ano passado.

Os empréstimos consignados descontados diretamente do benefício do INSS foram criados para facilitar o acesso ao crédito para os segurados. O Instituto, no entanto, não é remunerado por esse serviço e ainda arca com custos para viabilizar a operação.

Em janeiro, o INSS firmou um acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Associação Brasileira de Bancos (ABBC) para retomar a cobrança de valores das instituições financeiras que oferecem empréstimos consignados vinculados a benefícios do INSS.

A cobrança está prevista em lei, mas havia deixado de ser feita desde 2022. Com a retomada, a previsão é de que o INSS receba R$ 148,4 milhões.

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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