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Quarta-feira, 13 de Maio 2026
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Criadora de OnlyFans se declara culpada de homicídio involuntário após cliente morrer asfixiado durante fetiche

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Criadora de OnlyFans se declara culpada de homicídio involuntário após cliente morrer asfixiado durante fetiche
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Uma criadora de conteúdo adulto do OnlyFans, Michaela Rylaarsdam, de 32 anos, se declarou culpada de homicídio involuntário pela morte de um cliente durante a gravação de um fetiche extremo em sua casa, em Escondido, na Califórnia. A informação é do Infobae, com base no Los Angeles Times.

A vítima, Michael Dale, de 56 anos, morreu por asfixia. A audiência de sentença está marcada para 8 de junho de 2026. A promotoria do condado de San Diego prevê que ela receba a pena máxima de quatro anos de prisão estadual.

O caso

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Em março de 2023, Dale entrou em contato com Rylaarsdam por meio do site Eros.com. Nas semanas anteriores à morte, ele transferiu à criadora mais de US$ 11 mil em troca de conversas, visitas domiciliares e práticas de bondage (restrição física consensual).

Antes da sessão final, a acusada exigiu US$ 1.000 adicionais, incentivada por mensagens de texto do próprio marido, que a encorajava a obter mais dinheiro do cliente por meio de práticas de alto risco.

A sessão fatal

Dale solicitou explicitamente ser envolvido em plástico “como uma múmia” e insistiu no uso de cola industrial, além da fixação de um objeto sexual em sua boca.

Segundo a investigação, durante a sessão em que ocorreu a morte, Rylaarsdam gravou várias horas de conteúdo em vídeo. Dale permaneceu com uma sacola plástica na cabeça, selada com fita adesiva, por pelo menos oito minutos.

Enquanto ele se asfixiava, a criadora continuou gravando.

A omissão de socorro

Rylaarsdam só acionou o serviço de emergência ao perceber que a vítima apresentava sinais de cianose (coloração azulada causada pela falta de oxigênio). Quando a polícia chegou, ela tentava reanimar o homem, que já não respondia nem respirava.

Dale foi levado ao Hospital Palomar, onde os médicos diagnosticaram morte cerebral. Dias depois, ele foi desconectado do suporte vital. O laudo do Instituto Médico Legal do condado de San Diego concluiu que a causa da morte foi asfixia, classificando o caso como homicídio.

Acordo judicial

Em fevereiro de 2025, Rylaarsdam foi presa e formalmente acusada de assassinato. Posteriormente, ela aceitou um acordo com a promotoria para reduzir a acusação para homicídio involuntário — figura penal que reconhece desprezo pela vida humana, mas não intenção de matar.

Ela permanece detida sem direito a fiança no centro de detenção Las Colinas, aguardando a audiência de sentença marcada para 8 de junho.

Fonte/Créditos: Gazeta Brasil

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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