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Terça-feira, 12 de Maio 2026
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Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná aprova pedido de cassação do deputado petista Renato Freitas; caso deve ir a plenário

Deputado estadual pode perder o mandato caso a maioria absoluta dos parlamentares vote pela cassação. Para isso, é necessário 28 dos 54 deputados

Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná aprova pedido de cassação do deputado petista Renato Freitas; caso deve ir a plenário
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O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) aprovou, nesta segunda-feira (11), o parecer que recomenda a cassação do mandato do deputado estadual Renato Freitas (PT).

A defesa do deputado tem cinco dias para recorrer. O parecer segue para análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, depois, vai a plenário para ser votado por todos os deputados.

O caso chegou ao conselho após o registro de várias representações contra o deputado, depois que ele se envolveu em uma confusão com um manobrista no Centro de Curitiba, em novembro de 2025. Na época, Renato Freitas disse que se defendeu das agressões. Relembre a seguir.

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Cinco dos seis deputados que formam o conselho entenderam que a cassação do mandato seria uma punição proporcional à quebra de decoro parlamentar cometida por Renato Freitas.

O único voto contrário foi do deputado Dr. Antenor (PT), que defendeu o arquivamento do processo ou a aplicação de penalidades mais moderadas.

Se o caso chegar ao plenário, Renato Freitas pode perder o mandato caso a maioria absoluta dos parlamentares vote pela cassação. Para isso, é necessário que 28 dos 54 deputados votem a favor da perda do mandato.

Em nota, o deputado classificou que a decisão é "mais uma demonstração de perseguição política sistemática" e que ela sugere um "assassinato político, fruto do racismo institucional".

Na mesma sessão, o Conselho de Ética analisou outros dois processos relacionados ao deputado estadual. Em ambos os processos, o conselho aprovou a pena de suspensão das prerrogativas regimentais de Freitas por 30 dias.

Neste contexto, Renato corre o risco de perder temporariamente o direito de relatar projetos e presidir comissões, por exemplo.

Uma se refere a conduta do deputado em uma manifestação dentro de um supermercado. Outra, ao caso em que o deputado discutiu com Márcio Pacheco e um assessor do parlamentar do Republicanos após uma reunião da CCJ da Alep.

Essas penalidades também deverão ser deliberadas em plenário.

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): camara municipal de curitiba

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