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Terça-feira, 16 de Junho 2026
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Babá é indiciada por morte de menina de 2 anos levada a unidade de saúde após ser espancada

Segundo a polícia, a criança apresentava sinais de violência. Crime aconteceu em Aparecida de Goiânia.

Babá é indiciada por morte de menina de 2 anos levada a unidade de saúde após ser espancada
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Uma babá foi indiciada por homicídio pela morte de uma menina de 2 anos levada a uma Unidade de Saúde de Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital, após ser espancada. Segundo a polícia, a criança apresentava sinais de violência.

O nome da mulher não foi divulgado, por isso a reportagem não localizou a defesa dela até a última atualização desta reportagem.

O crime aconteceu em maio deste ano. A equipe médica da unidade chamou a Guarda Civil Metropolitana (GCM) após suspeitar que os ferimentos que a criança tinha eram por maus-tratos. Segundo a GCM, ela estava com lesões nos braços, costas e cortes na cabeça.

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Pai foi encaminhado a delegacia após menina morrer com suspeita de maus-tratos, em Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera e divulgação/GCM

Pai foi encaminhado a delegacia após menina morrer com suspeita de maus-tratos, em Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera e divulgação/GCM

Babá se identificou como tia

Na época do caso, À TV Anhanguera, Élita Arantes, conselheira tutelar que acompanhou o caso, explicou que a mulher se identificou inicialmente como tia da menina. A suspeita teve dificuldades para apresentar alguma documentação que comprovasse a afirmação, enquanto a equipe fazia o atendimento, disse Élita. Depois, ela teria dito à GCM que, na verdade, era uma babá da criança.

Élita ainda destacou que a menina também tinha alguns hematomas pelo corpo que pareciam ser antigos. "Um relato da médica foi que o fato de um hematoma estar roxo caracteriza que a lesão havia acontecido há dias", destacou a conselheira.

A suspeita também disse que o pai foi quem pediu para que ela levasse a menina ao hospital e relatou, inicialmente, que um espelho caiu em cima da criança, mas os profissionais de saúde acharam as lesões incompatíveis com a alegação dela. Na época do crime, o pai foi encaminhado a delegacia para prestar depoimentos e foi liberado.

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