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Sábado, 06 de Junho 2026
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Agente da PF é denunciado por homofobia após usar arma para intimidar clientes em bar no DF; veja VÍDEO

Dois homens estavam no estabelecimento quando Diego Borges, armado, questionou se eles eram um casal e fez ameaças. Ele foi preso em flagrante, mas solto após audiência de custódia.

Agente da PF é denunciado por homofobia após usar arma para intimidar clientes em bar no DF; veja VÍDEO
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O Ministério Público do Distrito Federal denunciou Diego de Abreu Souza Borges, de 40 anos e agente administrativo da Polícia Federal, por homofobia, constrangimento ilegal com arma de fogo e usurpação de cargo público.

Na noite de 13 de fevereiro, em um bar em Samambaia, no Distrito Federal, Diego Borges sacou uma arma e abordou dois corretores de imóveis (veja vídeo acima).

O agente questionou se eles eram um casal, disse que era policial e fez ameaças. Diego foi preso em flagrante, mas solto após audiência de custódia, em 14 de fevereiro.

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A reportagem entrou em contato com a PF, que ainda não se manifestou sobre o caso. A defesa de Diego de Abreu Souza Borges não foi localizada.

Veja detalhes do caso

MP denuncia Diego de Abreu Souza Borges, de 40 anos e agente administrativo da PF, por homofobia, constrangimento ilegal com arma de fogo e usurpação de cargo público — Foto: reprodução

MP denuncia Diego de Abreu Souza Borges, de 40 anos e agente administrativo da PF, por homofobia, constrangimento ilegal com arma de fogo e usurpação de cargo público — Foto: reprodução

Segundo a denúncia, o caso aconteceu por volta das 21h de 13 de fevereiro, em um bar. A imagem de câmera de segurança mostra o momento em que o agente Diego de Abreu Souza Borges se levantou da mesa do bar e sacou a arma.

Diego tentou segurar um dos homens que estava na mesa ao lado, apontou a pistola para ele e o mandou colocar as mãos na cabeça. Depois, começou a exigir que a vítima deitasse no chão.

De acordo com a denúncia do MP, os dois corretores de imóveis estavam lanchando no local quando o agente, que ingeria bebida alcoólica, passou a se dirigir a eles de forma agressiva e, motivado pelo preconceito, perguntou várias vezes se as vítimas eram um casal, com o objetivo de constrangê-los.

Segundo o MP, Diego Borges ainda se identificou, falsamente, como policial federal.

Fonte/Créditos: G1

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

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