Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 23 de Abril 2026
MENU
Notícias / Política

Advogados e parlamentares pedem à OEA prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro

Pedido à CIDH aponta risco de vida do ex-presidente sob custódia do Estado

Advogados e parlamentares pedem à OEA prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro
A-
A+
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

Advogados e parlamentares acionaram, nesta quinta-feira, 15, a Organização dos Estados Americanos (OEA), por meio da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), para solicitar a concessão de medidas cautelares em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro. O requerimento pede a substituição da prisão por regime domiciliar de caráter humanitário, com o objetivo de assegurar tratamento médico adequado e evitar risco de morte sob custódia estatal.

Bolsonaro está custodiado na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena próxima de 30 anos em decorrência de condenação relacionada à suposta tentativa de golpe de Estado.

Documento aponta quadro clínico incompatível com cárcere

No pedido encaminhado à CIDH, os signatários afirmam que o ex-presidente é idoso, possui comorbidades e enfrenta um quadro clínico considerado incompatível com a permanência no cárcere. Segundo a petição, a continuidade da prisão representa um risco concreto à vida de Bolsonaro e pode gerar dano irreparável.

Publicidade

Leia Também:

O texto classifica a situação como “atual, progressiva e potencialmente irreversível”, sustentando que “a morte ou o agravamento irreversível da saúde não podem ser reparados posteriormente”. Para os autores, a medida cautelar se faz necessária para impedir um desfecho fatal.

“O pedido inclui, por exemplo, a concessão de prisão domiciliar para tratamento de saúde, de forma a impedir que ele faleça no cárcere”, afirmam os signatários.

Caso Clezão é citado como precedente

A petição faz referência ao caso de Cleriston Pereira da Cunha, conhecido como Clezão, que morreu enquanto estava preso. O episódio é apontado como um precedente que evidenciaria os riscos associados à manutenção da custódia de pessoas em situação clínica vulnerável.

Fonte/Créditos: Contra Fatos

Créditos (Imagem de capa): Reprodução

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp Aliados Brasil
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR