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Domingo, 26 de Abril 2026
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O Mestre Bolsonaro e a criatividade do povo Brasileiro

Crise, oportunidade, criatividade, coragem e disposição para não perdermos o trem da história.

O Mestre Bolsonaro e a criatividade do povo Brasileiro
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"Agora a Nasa vêm".

Quem nunca viu meme com essa frase? Pois bem, quem navega nas redes sociais já viu alguma postagem, alguma foto ou vídeo, cheio da galhofa, deboche, zoeira bem típica e característica do brasileiro, rindo, expondo, mas ao final, celebrando a criatividade do povo brasileiro. Do "quem não tem cão, caça com gato" ao "quem tem boca vai à Roma", os ditos populares indicam que faz parte da nossa cultura o "se virar nos trinta" quando a oportunidade surge ou a necessidade aperta.

Durante muito tempo venderam para nós e muito de "nosotros" repetimos exaustivamente que a palavra que designava "crise" e "oportunidade", em chinês, era uma só. Aprendemos assim e passamos a encarar assim, a despeito da verdade. Tenho uma notícia: elas não são as mesmas palavras. Crise se escreve "危机" e oportunidade se escreve "机会". Tão fácil de entender, né? Tirando a brincadeira patrocinada pelo Google Tradutor, a primeira se escreve "wéiji" e a segunda "jihuì"

Mas... e daí? E daí é que aquilo que nos interessa nesse ponto é que realmente muitos brasileiros só conheceram um Brasil de crises e mais crises em suas vidas. Os momentos de bonança são tão duradouros como vôos de galinhas. O brasileiro, povo, em sua grande maioria, precisa mesmo ser muito criativo para fechar as contas no final do mês, para levar sua vida nada mole. Como "o que arde, cura. O que aperta, segura", nosso povo vai lidando com as mais terríveis dificuldades e "levando sua vida como pode e Deus quer". Como bravo soldado, sai em combate todos os dias, na dura missão de enfrentar ônibus e trem lotado, ruas engarrafadas e, mesmo assim, realiza suas conquistas. E é bom lembrar que manter-se de pé muitas vezes é um avanço sem igual, uma conquista tácita mas muito valorosa.

E aqui entra o nosso capitão Bolsonaro. Que, durante vinte e oito anos de Câmara dos Deputados, se virou "para lá de se manter". Atacado, perseguido, descredibilizado, o deputado tratado como "personagem folclórico do baixo clero da política nacional", quando o olhar sobre ele era considerado bondoso, avançava, sem nenhum de nós perceber (talvez nem ele), ao lá permanecer firme e contundente. Chamado de polêmico pela mídia, quando essa desejava chamá-lo de chato ou insuportável, colocava o dedo nas feridas e fazia do seu jeito, a batalha que lhe cabia e que lhe era possível. Lutava com as armas que tinha à sua disposição e seguia em frente.

E para fazer essa luta solitária, Bolsonaro foi combatente demais quando foi preciso. E usou de muita criatividade (talvez pela necessidade) para fazer o que podia, como podia.

O dia era 23/09/2013, uma segunda-feira. Dia de visita da malfada "Comissão da Verdade", junta de outra não menos parva e tenebrosa, chamada "Comissão da Verdade do Estado do RJ", ao 1º Batalhão de Polícia do Exército, na Tijuca, na zona norte da antiga capital do Brasil. Como um bom jogador de defesa, no estilo "xerifão" que chega junto e marcando firme, em cima do adversário, Bolsonaro forçou a passagem no portão do quartel e não deu espaço para o "outro time mandar no jogo", sem ser incomodado.

O teatro do senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que tentava impedir a entrada do deputado federal e chegou a alegar agressão, de nada adiantou. Representantes de movimentos como o Tortura Nunca Mais e o Levante Popular da Juventude exigiam, aos gritos, a saída de Bolsonaro, que conseguira entrar. Resultado disso tudo: a comitiva recusou-se a fazer a visita na presença de Bolsonaro e o deputado impediu mais um episódio teatral da esquerda na tentativa de reescrever o passado ao seu bel-prazer.

Falamos que estamos em guerra (e realmente estamos) mas qual soldado nosso faz guerra? Daniel Silveira, o mais aguerrido, não foi nada criativo. Foi bruto, foi grosseiro e deu no que deu. E para lutar contra um inimigo que está em posição de vantagem e usa de todos os artifícios para minar nossas forças, precisamos ser criativos. Concordo que o momento que vivemos é perigoso e nada democrático. Portanto, não é verdadeiramente justo e o mundo jurídico que ainda preza pelo nosso ordenamento é unânime em entender que houve abuso. Mas tendo isso já como um exemplo, nossos deputados e senadores parecem mais se acorvardar do que buscar, de forma criativa e legal, uma maneira de expor a hipocrisia da esquerda e do sistema.

Eis então mais um exemplo do Presidente Bolsonaro, ainda como Deputado também. Votação do impeachment de Dilma Roussef. Brasil inteiro assistindo como numa final de Copa do Mundo, surge então o Psolista Glauber Braga, que cita Carlos Marighella, terrorista, um dos principais organizadores da luta armada para a implementação do Comunismo no Brasil. Quem não se lembra da reação do deputado, hoje Presidente? Raciocínio rápido, criatividade, citou Brilhante Ustra e fez o Brasil conhecer, literalmente "A Verdade Sufocada". Golpe de Mestre de quem vai se revelando um verdadeiro mestre de combate.

Tivemos ainda a participação dele, já como candidato, nos estúdios Globo, tanto no Jornal Nacional, como na Globonews, fazendo barba, cabelo e bigode nos dois programas em que participou. Enfim, o Presidente Bolsonaro sempre foi combatente e muito inteligente. Criativo para expor seus adversários.

Entretanto, o tempo passou. Ele foi eleito e já estamos às vésperas da batalha pela sua reeleição. E o que temos visto até agora nesse combate? Apenas o Presidente fazendo "a guerra". Deputados e Senadores não vão além do lugar comum, repetem aquilo que eu, você, a sua base de apoiadores comenta nas redes sociais. Dizer o óbvio, reportar o que acontece não passa de lugar comum. No popular, um blá-blá-blá. E não importa se usam um tom acalorado, com ar de contundência, ou se a publicação do instagram usa a imagem de algum Ministro da suprema Corte nume bela montagem, dizendo aquilo que o brasileiro já sabe. Precisamos ir além.

A esquerda nos dá MUITAS oportunidades. Por um simples motivo: a conta deles nunca fechará. Não há razão, não há bom-senso, não há raciocínio lógico e, principalmente, não há honestidade no discurso da esquerda. Seja na área que for, no assunto que for. O discurso esquerdista é aproveitador, volúvel, conversa de oportunista e para esse tipo de método de posicionamento fazer algum sentido, é necessário falar sempre, falar de tudo e aí se fala demais. E quem "fala demais dá bom dia a cavalo". Não tem como ser diferente, as contradições e as declarações que desdizem o que já fora dito por eles próprios se tornam rotina. "A língua é o chicote do próprio rabo".

Nesse momento de insegurança jurídica e atropelo da norma por ativismo judicial, criou-se a figura do "flagrante perpétuo", sendo a rede social a extensão da Suprema Corte. E quem do nosso lado está tirando proveito disso? Não adianta só falar que nada acontece com a esquerda. . Não adianta dizer que não importa o que se fala, mas quem fala. Até porque essa alegação não cola mais. O PCO (sem fazer juízo de valor), juntou-se a nós. Nem mesmo fazer apenas uma publicação simplória que só fala para a base (ou bolha), replicando algo. Num Brasil dominado por uma mídia que faz parte da esquerda, é preciso ser muito inteligente para usar o próprio sistema contra ele. Repetir os passos e atos do Presidente, para que a própria mídia divulgue a nossa mensagem.

Para mostrar a inauguração de uma ponte abandonada em seu projeto por anos, o Presidente subiu na motoca com seu ministro Tarcísio, sem capacete, zanzou pra lá e pra cá e pronto. Capa de jornal, chamada na TV e o brasileiro soube da ponte que levou anos pra sair do papel Mais uma pro Bolsonaro.

Buscar sua forma, buscar seu modo de se comunicar, mas enfrentar o sistema verdadeiramente é o que precisamos daqueles que nos representam em cargos eletivos! E quem está disposto a enfrentar? É arriscado, por exemplo, algum deputado ir além de repetir em seus perfis tweets de Erika Kokay ou as mais variadas declarações da esquerda contra as autoridades constituídas, mas usá-los como se fosse discurso próprio, as afirmações falsas, duras e até agressivas? Claro que é. Mas tudo na vida envolve risco. E não nos esqueçamos. Todos eles têm imunidade parlamentar.

Muitos deles adoram dizer que lutam e se arriscam pelo Brasil. Todavia, será mesmo que levam isso ao limite ou há um enfrentamento controlado, buscando diminuir risco e, ao mesmo tempo, fazer uma boa imagem para o seu eleitorado?

"Soldado que vai a guerra e tem medo de morrer é um covarde", diz o Presidente.

E a pergunta que faço é: quem mais da nossa base pensa e age como ele? Quem mais da nossa base consegue virar notícia e expor algo? Quem mais da nossa base encara de frente essa batalha?

Entendo que as coisas não estão fáceis. Mas quem disse que seria fácil? Nosso papel de apoiar, de ajudar, é feito por milhões de brasileiros, muitos se arriscando, "entrando em cana", inclusive. Também podemos e devemos criticar, exigir por que isso nada mais é que ajudar a cada um que ao lado do Presidente está, a entregar mais, a render mais. Contudo, para aqueles que não aceitam as críticas de nós, os eleitores, vamos de bíblia:

“Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos do inimigo são enganosos.” Provérbios 27:6.

Sejamos criativos, inteligentes e altivos. Se o sistema "fica maluco" com um Jair Bolsonaro, imagine o tamanho do problema se tivermos mais alguns políticos despontando com sabedoria e inteligência? Cobremos isso de nossos representantes. Seria tão bom irmos além das dancinhas de Tik-Tok, de hashtags de Twitter e das postagens de instagram que mais parecem agência de notícia.

Temos um professor dando aula todos os dias. Faz aquilo que o brasileiro faz no seu dia-a-dia. Sempre se virando, sempre sendo genuíno, buscando uma saída criativa para as situações e não sendo mais um. Talvez isso seja a explicação para essa conexão "Povo-Jair" e "Jair-Povo". O Bolsoringa que o diga!

Que Deus nos abençoe. Que Deus abençoe o nosso Brasil. E que cada um se supere fazendo a sua parte. Não podemos perder o trem da história que está a disposição da gente.

 

Fonte/Créditos: Gustavo Reis

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