Muito se milita em torno da tão propalada INCLUSÃO SOCIAL, mas o que de fato tem sido feito para que ocorra a inclusão social daqueles que realmente precisam de inclusão?
Grande parte do que temos visto da dita INCLUSÃO SOCIAL, não passam de ferramenta política para controle e manobra de grupos auto segregados por interesses ideológicos; em contraponto vemos os reais necessitados de inclusão serem esquecidos, desprezados e até mesmo agredidos.
Na última terça-feira (21) em Foz do Iguaçu, no estado do Paraná, uma criança autista foi agredida na saída da escola, o jovem Breno de apenas 12 anos estudante Colégio Ayrton Senna da Silva, no Jardim Lancaster.
Na saída do colégio, Breno foi agredido por estudantes mais velhos desta mesma escola, ferindo o rosto do menino e provocando sangramento na boca. Ao chegar em casa machucado e sangrando, Márcia Castro, mãe de Breno ficou desesperada e se dirigiu ao colégio para saber o que havia ocorrido com seu filho e o que o colégio faria a respeito, porém a mãe ouviu dos responsáveis que nada seria feito pois o fato teria ocorrido fora do colégio.
A irmã do menino, revoltada com a crueldade feita com seu irmão e com a atitude dos responsáveis do colégio acabou postando sua revolta nas redes sociais, mostrando o estado em que seu irmão chegou em caso, sangrando e com um olhar desesperadamente assustado.
Os pais do do menino Breno registraram um Boletim de Ocorrência na 6° Subdivisão Policial de Foz do Iguaçu, em seguida o exame de lesão corporal e o encaminhamento ao DEIA (Delegacia do Adolescente), isso tudo contrariando as advertências dos responsáveis do colégio que, segundo a mãe do menino Breno ao invés de ajudar, queria coibir que a família expusesse o caso em redes sociais e que não se registrasse Boletim de Ocorrência.
As imagens da agressão rapidamente viralizam nas redes chocando a todos e revelando o aparente despreparo do colégio na inclusão social daqueles que realmente necessitam como é o caso do menino Breno que tem autismo.
Ressalto que não foi a primeira vez em que Breno foi agredido, pouco tempo atrás o menino, que parece ser alvo frequente de perseguições, recebeu chutes nos testículos, isso em outro episódio de trauma para a família.
O será feito daqui para frente nesse caso emblemático do Breno é uma incógnita, pois isso acontece e muitos locais do nosso Brasil e as autoridades competentes precisão tomar ciência e uma atitude eficaz, pois a violência escolar parece estar sendo normalizada e ignorada, os casos são frequente e graves, recentemente no Norte do Paraná, no município de Apucarana um jovem de apenas 13 anos perdeu a vida por conta da violência escolar.
Precisamos despertar para essa situação e fazer valer a verdadeira INCLUSÃO SOCIAL, removendo as falsas bandeiras políticas das massas de manobras ideológicas, e enquanto isso não for feito continuaremos vendo marchas de "legalizações" e de "orgulhos" hipocritamente executadas, tentativas de alterações na língua portuguesa e outro absurdos enquanto crianças autistas são agredidas e até mesmo tendo suas vidas ceifadas diante dos nossos olhos.
Saiba mais assistindo ao vídeo e compartilhando o depoimento de Márcia Castro, mãe do menino Breno.
Bosco Foz.