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Quinta, 29 de julho de 2021
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Coluna

Bolsonaro veta Fundão? Congresso “desveta”

Mais dinheiro

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É extremamente previsível o Brasil da Corrupção, Cartório, Cartel e Capimunismo. O regime do Crime Institucionalizado patrocina um jogo de cena para sempre sair ganhando e levar vantagem. O Presidente Jair Bolsonaro deverá vetar a destinação de R$ 5,7 bilhões para o Fundo Partidário antiético, imoral, indecente e desnecessário. Acontece que o Congresso Nacional vai derrubar o veto na votação final da Lei Orçamentária Anual. Essa novela, com muitos capítulos de negociações (ou negociatas) no meio vai rolar até o fim do ano.

 

O Presidente Bolsonaro não tem interesse na aprovação dessa medida anti-popular. Ao contrário de sua nada fiel base aliada. O Centrão e a “Oposição” (criminosa) querem mais dinheiro. Assim, é mais provável que seja reduzido o polpudo valor. Em um primeiro momento, Bolsonaro se manifesta contrário e veta o monstrengo. No instante seguinte, o parlamento derruba o veto ou, dependendo das tratativas, aceita uma redução do bolo a ser dividido entre os cartórios (ops, partidos) políticos. De repente, para os mesmos absurdos R$ 2 bilhões deste ano de 2021.

 

A “matemágica” sobre a matemática orçamentária é legalmente possível. O fundo eleitoral será calculado em 2022 tirando 25% dos recursos destinados à Justiça Eleitoral neste ano e no próximo. Acrescenta os valores previstos pelo governo no projeto da Lei Orçamentária Anual, que será enviado em agosto ao Congresso.  Também absorve uma parte das emendas de bancada estaduais, como já era antes. Acontece que o valor final só será definido na LOA, que deve ser votada até o fim do ano pelo Congresso. Até lá, haja “negociação” e narrativa, contra e a favor.

O Fundo Partidário é uma excrescência da cleptocracia tupiniquim. É inaceitável que partidos políticos sejam financiados com dinheiro público. Trata-se de mais uma jabuticaba de Bruzundanga. A atividade partidária legítima tem de ser custeada pelos próprios filiados aos partidos. Até doações empresariais deveriam ser aceitas. Na prática, elas acontecem via “caixa dois”. Na prática, a manobra criminosa é quase impossível de ser fiscalizada de forma eficiente. É muito difícil comprovar que o dinheiro não circule, ilegalmente, entre partidos e políticos. Na realidade, a atividade partidária deveria ser livre. Não deveria funcionar da maneira cartorial como acontece hoje. No fundo (sem trocadilho), os partidos são “concessões” da Justiça Eleitoral. Isto é tutela política estatal inaceitável.

É fundamental mudar a legislação eleitoral. O voto obrigatório é outra aberração que deveria acabar. Além de criar facilidades para a criação de partidos, a nova legislação deveria permitir candidaturas independentes, livres da influência e indicação dos partidos políticos. Também é fundamental a Transparência e Segurança Eleitoral - e não o atual Trâmite Sigiloso Eleitoreiro que proclama um resultado final, informatizado, como um dogma inquestionável. Não existem provas concretas de fraude, porém, na mesma dialética, não é possível garantir a segurança total do mecanismo de escolha eletrônico.

Por isso, é crucial a mudança no modelo. O sistema de urnas eletrônicas tem de ser aprimorado com a impressão do voto para recontagem total, filmada e pública, de 100% dos votos. Não basta “auditoria”, que dependerá de decisão da Justiça Eleitoral, como prevê a PEC 135 - muito ameaçada de não ser aprovada pelo Congresso Nacional até outubro, para valer na eleição de 2022. A corrida é contra o tempo e a capacidade de manobra suja promovida pelo Establishment (os Donos do Poder).

No dia 1 de agosto está programada uma grande manifestação nacional em favor do voto impresso com recontagem pública de votos. O debate vai pegar fogo, depois do recesso parlamentar. Dia 5 de  agosto já está prevista a apresentação de uma segunda versão do relator da PEC, deputado Felipe Barros. As sabotagens políticas já operam a pleno vapor. O Estamento Burocrático, incluindo o Poder Supremo e sua “Justiça” Eleitoral, rejeitam mudanças. O Presidente Bolsonaro e seus seguidores fazem pressão contrária.

Alto risco

Pode vazar a conversa, gravada indiscretamente, da reunião dos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, com líderes dos partidos, para detonar a aprovação da PEC 135...

 

#3em1 Comissão da Câmara adia votação sobre voto impresso https://youtu.be/NpPoD8CioiU


 #3em1 Jorge Serrão avalia o que @jairbolsonaro  enfrentará após sair do hospital. Sabotagem ao voto impresso e dilema do bilionário fundo eleitoral. Presidente veta; Congresso derruba veto. PEC 135 corre risco! https://youtu.be/gpbZeAWJg-8

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Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net

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Jorge Serrão é Flamenguista. Editor-chefe do Alerta Total. Comentarista Político da Rede Jovem Pan.  A transcrição ou copia dos textos publicados neste blog é livre. Apenas solicitamos que a origem e a data original da publicação sejam identificadas. 

© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 17 de Julho de 2021.

Fonte/Créditos: https://www.alertatotal.net/2021/07/bolsonaro-veta-fundao-congresso-desveta.html?spref=tw

Créditos (Imagem de capa): www.alertatotal.net

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