Um fisioterapeuta de 43 anos morreu de forma trágica na noite da quarta-feira (9/7) ao ser queimado vivo dentro de uma câmara hiperbárica de oxigênio no seu próprio consultório, localizado em Lake Havasu, Arizona (EUA).
Walter Foxcroft operava a clínica Havasu Health and Hyperbarics, quando um incêndio repentino tomou conta do equipamento e o transformou, nas palavras de testemunhas, em um verdadeiro “caixão em chamas”. Os bombeiros encontraram os restos mortais carbonizados de Walter após controlar as chamas, que deixaram o prédio tomado por uma densa fumaça.
Circunstâncias da morte ainda são desconhecidas
Segundo a revista Newsweek, não houve outros feridos no local. Ainda não está claro por que o fisioterapeuta estava dentro da câmara no momento do acidente, e as causas do incêndio seguem sob investigação.
O que são câmaras hiperbáricas?
As câmaras hiperbáricas são compartimentos herméticos nos quais a pressão e os níveis de oxigênio são elevados para tratar uma variedade de condições médicas. São utilizadas em tratamentos que vão de problemas cognitivos e demência à recuperação física e desaceleração do envelhecimento, conforme explica o próprio site da clínica Havasu.
Esses equipamentos exigem cuidados rigorosos, uma vez que o oxigênio puro sob pressão é altamente inflamável e qualquer faísca ou falha elétrica pode provocar explosões.
A morte de Walter Foxcroft comoveu a comunidade local e acendeu um alerta sobre os riscos da manipulação de tecnologia médica de alta pressão sem protocolos adequados.
Fonte/Créditos: Contra Fatos
Créditos (Imagem de capa): Reprodução