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‘Tirar Bolsonaro é urgente; mais grave é definir substituto’ diz Ciro Gomes

Política

‘Tirar Bolsonaro é urgente; mais grave é definir substituto’ diz Ciro Gomes

Pedetista também não poupou farpas ao ex-presidente Lula

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Ao comentar a formalização da aliança entre o PSD e o PDT para as eleições estaduais no Rio, fechada neta semana, o pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de “despolitizar” o debate eleitoral e de “destruir” partidos aliados, como PSOL e PSB, na formação de palanques regionais para as eleições gerais de outubro.

O pré-candidato, que esteve no Rio se encontrar com o prefeito Eduardo Paes (PSD), disse que gostaria de ter o apoio do partido no plano nacional, mas esperará por uma decisão.

– O Brasil está vivendo um plebiscito, em que a força dominante, na proporção de 70% a 80%, é contra [o presidente Jair] Bolsonaro. E o Lula está tentando que a questão seja só essa, quando a questão não é só essa. Derrotar o Bolsonaro é uma questão gravíssima, urgente, imediata, mas mais grave do que ela é o que pretendemos colocar no lugar da terra arrasada que vai ficar. Nesse sentido, o Lula tem despolitizado o debate de forma muito perigosa – afirmou Ciro, após participar de reunião do secretariado da Prefeitura do Rio, na manhã deste domingo (6).

Segundo o pré-candidato do PDT, o PT errou porque, ao longo de quatro mandatos, não mudou instituições nem ofereceu uma estratégia para fazer o país voltar ao crescimento econômico e ao desenvolvimento.

A aliança entre PDT e PSD no palanque fluminense foi costurada por Paes e pelo presidente nacional do PDT, o ex-ministro Carlos Lupi. A aliança se dá em torno dos nomes do ex-prefeito de Niterói (RJ) Rodrigo Neves (PDT) e do ex-presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Felipe Santa Cruz (PSD). A definição de quem encabeçará a candidatura a governador ficará para depois.

Ciro acusou Lula de “destruir” partidos aliados na formação dos palanques regionais ao ser questionado sobre como ficará a divisão do palanque no Rio entre a sua candidatura e a do PSD, já que o presidente do partido, Gilberto Kassab, tem repetido publicamente que terá candidato próprio a presidente por enquanto, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), é o mais cotado para sair candidato. Paes deixou a reunião de seu secretariado sem falar com a imprensa, ao lado de Ciro.

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