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Quinta, 29 de julho de 2021
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Economia

Sindicato dos Trabalhadores da Eletrobras não quer ‘perder boquinhas’ e ameaça greve

Medida provisória que viabiliza capitalização da estatal deve ser votada no Senado na semana que vem

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Em vias de ser votada no Senado, a medida provisória (MP) 1031/2021, que viabiliza a capitalização da Eletrobras, estimula ameaça de greve no setor. O Coletivo Nacional dos Eletricitários, que representa trabalhadores da estatal, considera paralisar as atividades por 72 horas caso a MP seja pautada. O relator da proposta, senador Marcos Rogério (DEM-RO), disse que pretende apresentar seu parecer na próxima terça-feira, 15, e, se houver acordo, já levá-lo a votação.

De acordo com o vice-presidente da Federação Nacional dos Urbanitários e coordenador-geral do coletivo, Nailor Gato, o objetivo da greve é demonstrar que os funcionários da estatal não concordam com a proposta do governo. “Entendemos que não há nada de urgente nessa medida provisória. Urgente é ter vacina e alimentos para a população. O contexto neste momento é muito ruim para a classe trabalhadora”, disse. A Eletrobras tem cerca de 12 mil funcionários.

Como a ideia é iniciar a paralisação com 72 horas de antecedência à votação da proposta, os sindicatos aguardam confirmação da data no Congresso para deflagrar o movimento.

O ex-secretário de Desestatização Salim Mattar criticou  o corporativismo do sindicato em publicação no Twitter:

Fonte/Créditos: Revista Oeste

Créditos (Imagem de capa): Nadia Sussman/Bloomberg

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