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Prevent Senior após ser inocentada, entrará na Justiça contra médicos denunciantes

Polícia investigou suposta distribuição do 'kit covid' e concluiu que não ficou caracterizada a prática de ilícitos

Prevent Senior após ser inocentada, entrará na Justiça contra médicos denunciantes
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A Polícia Civil de São Paulo concluiu que a operadora de saúde Prevent Senior e seus médicos não cometeram nenhuma irregularidade nas condutas relacionadas a pacientes durante a pandemia do coronavírus. 

O documento, assinado pela delegada Lisandra Colabuono, da 1ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes contra a Liberdade Pessoal, isenta a Prevent Senior de ter cometido irregularidades no tratamento de pacientes.

Diante da decisão favorável, a operadora de saúde acionar na Justiça três médicos que acusaram a empresa de cometer crimes no tratamento de pacientes com Covid-19.

Segundo a colunista do jornal O Globo, Bela Megale, as peças estão sendo preparadas pela equipe jurídica da Prevent Senior e serão apresentadas na esfera cível. Os advogados também avaliam acionar um médico na esfera criminal. 

Em 3 de outubro do ano passado, os médicos Walter Neto, Andressa Joppert e George Joppert narraram ao programa Fantástico, da TV Globo, que sofriam pressão da operadora de saúde para a alta precoce de pacientes, a fim de reduzir custos e liberar leitos de UTI nos hospitais da empresa durante a pandemia.

Na CPI de SP, eles reafirmaram a pressão para prescrição de ‘kit Covid’ nos hospitais da empresa.

Segundo o inquérito, não há indícios de crimes e de que mortes de segurados tenham sido causadas pelo uso do chamado ‘kit Covid’, com medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina, nem que tenha ocorrido pressão por parte da empresa para que médicos prescrevessem o kit mesmo sem o consentimento de pacientes ou escondido a Covid-19 como causa de mortes em certidões de óbito.

“Não foram encontrados elementos caracterizadores de ilícito penal praticados pelos funcionários da operadora de saúde, nem por médicos, ex-funcionários desta, denunciados por violação do dever funcional. Todos os laudos periciais realizados através da análise dos prontuários médicos das vítimas descreveram que a causa mortis seria covid-19, mas não é possível relacionar este resultado ao tratamento aplicado, não havendo, portanto, qualquer nexo de causalidade", disse a delegada Lisandrea Colabuono no relatório final sobre o caso.

Colabuono afirmou que a empresa é vítima do “sistema político” e que sua investigação afastou qualquer motivação político-partidária.  O inquérito analisou o prontuário de cinco pacientes da operadora que morreram no início da pandemia em decorrência de sintomas respiratórios, entre eles, o infectologista Antony Wong e Regina Hang, mãe do empresário Luciano Hang.

O relatório se baseou em perícias e depoimentos de executivos, médicos e outros funcionários da Prevent Senior, além de pacientes e familiares de vítimas do novo coronavírus. Os interrogatórios foram acompanhados por promotores do Ministério Público de São Paulo. Além dos laudos periciais feitos por médicos legistas, o inquérito policial se baseou em análises técnicas da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). As conclusões são opostas às de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) realizada na Câmara Municipal de São Paulo e finalizada no início de abril.

FONTE/CRÉDITOS: Gazeta Brasil/ JP/ Aliados Brasil Oficial
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