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Domingo, 19 de setembro de 2021
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Política

Presidente argentino Alberto Fernandez sofre derrota nas urnas e direita volta a ganhar força

Os reflexos da péssima gestão de Alberto Fernandez já repercutem nas urnas

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Nas primárias legislativas para deputados, a coalizão de direita "Juntos por el Cambio" obteve 40,2% dos votos contra 31% da aliança peronista. Para o Senado, a diferença foi maior: 40,47% para os conservadores, contra 27,79% dos governistas. O pleito era tido como termômetro da popularidade do presidente do país, Alberto Fernandez.

O bloco de Fernández perdeu a disputa em distritos tipicamente favoráveis ao governo, como La Pampa, Chubut, Chaco, Tierra del Fuego e até mesmo Santa Cruz, a província natal da vice-presidente, Cristina Kirchner.

Embora o foco das primárias tenha sido a escolha de candidatos antes das eleições de 14 de novembro, o resultado reflete o crescente descontentamento com a estratégia de Fernández para a pandemia, com o aumento da pobreza e inflação anual de 50%

“O resultado é um sinal muito forte das preferências dos eleitores, não apenas para o meio de mandato em novembro, mas também para as próximas eleições gerais em 2023”, disse Graham Stock, estrategista da Bluebay Asset Management, em Londres.

Em discurso na noite de domingo, Fernández reconheceu a derrota e prometeu trabalhar para reverter os resultados.

“Evidentemente, há algo que não fizemos certo para que as pessoas nos dessem seu apoio como desejávamos”, disse Fernández na sede da campanha do governo em Buenos Aires. “A campanha está apenas começando e ainda temos dois meses. Precisamos vencê-la.”

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