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Domingo, 19 de setembro de 2021
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Política

Pazuello rebate a Folha e diz que nunca negociou imunizantes

Ministro afirmou que proposta levada por empresa ao Ministério da Saúde foi rejeitada

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Em uma nota divulgada através da Secretaria Especial de Comunicação Social do governo (Secom), na noite de sexta-feira (16), o ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, negou as acusações feitas pelo jornal Folha de São Paulo de que ele teria participado de negociações da vacina CoronaVac com supostos representantes da empresa no Brasil.

Junto ao comunicado, a Secom anexou uma notificação extrajudicial enviada por Pazuello para a Folha de São Paulo e para os veículos que divulgaram a informação, como a CNN Brasil e o jornal O Globo, solicitando direito de resposta. Neste conteúdo, o ex-chefe da pasta federal esclareceu diversos pontos da acusação feita pela Folha.

O primeiro ponto ressaltado por Pazuello foi de que ele nunca negociou a aquisição de vacinas com empresários, fato dito por ele à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid. Na publicação, a Folha acusou Pazuello, por conta de um vídeo em que ele aparece com empresários, de ter caído em contradição em relação à sua fala no colegiado.

O vídeo em questão, citado pelo jornal, também foi esclarecido pelo ex-ministro. De acordo com Pazuello, membros da empresa World Brands Distribuidora S/A, que se apresentou como representante no Brasil da Sinovac Biotech, fabricante da CoronaVac, participaram de uma reunião no ministério após um pedido formal endereçado à pasta.

Entretanto, de acordo com o ex-ministro, os representantes foram recebidos por uma equipe da pasta de Saúde, com quem se reuniram, e Pazuello foi até a sala apenas após o final da conversa para cumprimentos. Ainda segundo Pazuello, o vídeo divulgado pelo jornal foi feito a pedido da assessoria da pasta para registro do ato.

Ao final da reunião e despedida dos representantes da World Brands, segundo Pazuello, os integrantes do Ministério da Saúde informaram ao então ministro que a proposta era “inidônea e não fidedigna”. Diante disso, Pazuello disse ter determinado que não fosse elaborado o Memorando de Entedimento (MoU) e nem publicado o vídeo gravado.

O ex-chefe da pasta de Saúde completou a nota dizendo não existir qualquer MoU, Carta de Intenções ou processo de aquisição das vacinas ofertadas pela World Brands. Pazuello também voltou a dizer que nunca houve resistência à aquisição de quaisquer vacinas.

 

 

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