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Partidos de esquerda debatem uso de recursos das fundações partidárias para defender o impeachment

PT trata mudança na Lei de Impedimento com cautela

Partidos de esquerda debatem uso de recursos das fundações partidárias para defender o impeachment
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Nove Partidos de esquerda poderão usar verba pública oriunda do Fundo Partidário para financiar a divulgação de campanhas pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro.

O grupo convocará os brasileiros para irem às manifestações agendadas para 2 de outubro e 15 de novembro. A decisão sobre essa forma, foi tomado pelos presidentes do PDT(Carlos Lupi), Solidariedade (Paulinho da Força), PSB (Carlos Siqueira), PT (Gleisi Hoffmann), PV (José Luiz Penna), PSOL (Juliano Medeiros), PCdoB (Luciana Santos), Rede (Wesley Diógenes) e Cidadania (Roberto Freire).  Grave bem esses nomezinhos.

E dentro desse grupo que se reuniu na Câmara dos Deputados na manhã de quarta-feira, 15, para discutir o tema. Participaram também do encontro os deputados Alessandro Molon (PSB-RJ) e Marcelo Freixo (PSB-RJ)

A ideia seria financiar a campanha com dinheiro das fundações partidárias, instituições que são financiadas majoritariamente com recursos do Fundo Partidário, ou seja, verba pública usada para manter as legendas, dinheiro dos pagadores de impostos usado para manter as legendas. No ano passado, as fundações receberam R$ 188 milhões em financiamento público. No ano passado, as fundações receberam R$ 188 milhões em financiamento público, informou a Revista Oeste.  

Contudo, de acordo com coluna do Estadão,  o Partido dos Trabalhadores vê com cautela a mudança na Lei do Impeachment proposta pelo senador Renan Calheiros (MDB-AL) a partir do relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

Ainda com o impeachment de Dilma Rousseff fresco na memória, a agremiação entende que a mudança pode ser usada contra Lula, caso ele concorra e saia vencedor em um pleito futuro.

No relatório, Renan Calheiros proporá que a Câmara dos Deputados tenha um prazo limite para avaliar pedidos de impeachment. Pela proposta, se isto não acontecer no prazo estipulado, os senadores tomariam a frente para decidir iniciar o processo.

Max Cardoso, no Boletim da Manhã  do TL de quinta-feira (16) lembrou que a política real do Brasil, desligada da população, é aquela que acontece nos bastidores, nunca na naturalidade da frente das câmeras.

“É puro teatro o que a gente vê, escuta… a política real não acontece na frente das câmeras. Política real do Brasil é aquilo em que o André Marinho estava, ali acontece, no jantarzinho”, destacou o apresentador

FONTE/CRÉDITOS: Terça Livre/ Revista Oeste/ Aliados Brasil Oficial
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