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Domingo, 13 de junho de 2021
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Política

“Ninguém sabe quem é Luana Araújo”, afirma infectologista

Na semana passada, Luana estampou as manchetes do principais jornais após depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid.

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O médico infectologista Francisco Cardoso, especialista da área pelo Instituto Emílio Ribas, afirmou que não existem quaisquer produções científicas da também infectologista Luana Araújo.

Aclamado fortemente pela oposição, o nome da infectologista foi erguido como uma figura de resistência contra o presidente Jair Bolsonaro e, principalmente, contra o protocolo de tratamento precoce. Jornalistas e veículos de comunicação deram amplo destaque às falas dela, apontando ser um perfil técnico e de peso para retificar pontos de interesse público sobre o combate ao coronavirus na pandemia.

No entanto, durante participação no programa Os Pingos Nos Is, da Jovem Pan, Cardoso assegurou que “ninguém sabe” o que Luana fez depois de sua residência médica.

“Ela é uma colega que, teoricamente, depois da residência médica, desapareceu do meio médico. Ninguém sabe o que ela fez. Ela não tem, em termos acadêmicos e científicos, nenhuma produção. Não foi professora ou pesquisadora em universidade. Ela não tem trabalho em hospital reconhecido, ela não tem consultório, não tem [trabalho em] nenhum hospital de referência. Ela ressurge ano passado fazendo um mestrado em saúde pública na John Hopkins, um desses mestrados que atrai gente do mundo todo, com bolsas”, enfatizou o especialista.

Segundo Cardoso, a médica foi colocada numa posição de “pedestal de conhecimento”, que seria, na visão dele, “indevido” para ela.

“[Luana] é colocada, de repente, em um pedestal de conhecimento que, na minha opinião, com todo o respeito que eu tenho a ela, é indevido. Têm pessoas que trabalharam […] e têm muito mais a oferecer para o Brasil do que ela. Ninguém sabe como esse nome chegou ao ministro“, afirmou.

Incluso também na lista de depoimentos da CPI, a presença do médico foi adiada por decisão de Omar Aziz (PSD-AM), presidente do colegiado.

Ao falar sobre a suspensão temporária na Comissão, Cardoso disse estar a serviço dos brasileiros:

“A gente sente um certo alívio no início, por não ter que passar por aquela rotina toda. Mas há uma frustração de perder a oportunidade de falar coisas para o Brasil que o país tem que ouvir e não está ouvindo. De qualquer maneira, eu insisto que nós estamos à disposição”, completou.

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