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Terça-feira, 09 de Junho 2026
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Mulher dada como morta acorda momentos antes de ser cremada na Tailândia

Familiares ouviram batidas na urna funerária durante o trajeto para o templo e evitaram a tragédia; vítima foi levada de volta ao hospital

Mulher dada como morta acorda momentos antes de ser cremada na Tailândia
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Um caso impressionante ocorrido na Tailândia ganhou repercussão internacional nesta semana. Uma mulher, que havia sido declarada morta e já estava sendo transportada para o ritual de cremação, acordou dentro do caixão, surpreendendo familiares e equipes de resgate. De acordo com as informações da imprensa local, ela sofria de problemas de saúde e estava acamada havia cerca de dois anos. Após parar de respirar, foi declarada morta pela equipe médica local. O corpo foi colocado em um caixão e transportado em uma caminhonete rumo ao templo onde seria realizada a cerimônia fúnebre budista.

Durante o trajeto para a cremação, familiares ouviram ruídos e batidas vindos do interior da urna. Ao abrirem o caixão, constataram que a mulher estava viva, de olhos abertos e respirando. O irmão da vítima, que havia viajado mais de 500 km para o funeral, presenciou o momento em que a cerimônia de despedida se transformou em um resgate. Ela foi encaminhada imediatamente de volta ao hospital.

O caso levantou questionamentos sobre os procedimentos médicos e funerários adotados. Durante a análise no Morning Show, da Jovem Pan, foi debatida a ausência de rigor na constatação do óbito. Diferente de protocolos complexos para decretar morte encefálica, neste caso pode ter havido uma verificação superficial da ausência de sinais vitais.

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Outro ponto de estranhamento levantado foi a preparação do corpo. Geralmente, rituais funerários envolvem a aplicação de componentes químicos para conservação (tanatopraxia). O fato de a mulher ter chegado viva ao momento da cremação sugere que essa etapa química não foi realizada ou que o processo foi acelerado indevidamente.

Especialistas apontam que existem estados fisiológicos, como a catalepsia ou hipotermia grave, que podem reduzir drasticamente os batimentos cardíacos e a respiração, levando a falsos diagnósticos de morte se não houver exames instrumentais adequados. O episódio na Tailândia expõe uma falha sistêmica grave, que por pouco não resultou na morte de uma paciente ainda viva.

 

Fonte/Créditos: Jovem Pan

Créditos (Imagem de capa): Reprodução/Jovem Pan

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