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Ministro da Educação, diz: ‘Nossas crianças foram penalizadas com a falta de aulas’

Milton Ribeiro defende retorno das atividades presenciais nas escolas e critica sindicatos que 'quiseram criar um caos'

Ministro da Educação, diz: ‘Nossas crianças foram penalizadas com a falta de aulas’
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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, em entrevista ao programa Opinião no Ar, da RedeTV!, nesta segunda-feira, 2, lamentou o período super extenso em que os estudantes brasileiros ficaram sem aulas presenciais durante a pandemia de covid-19. Em muitas cidades do país, o retorno às aulas está acontecendo somente hoje.

“Minha esperança é que os professores entendam que está na hora de darem um passo em termos de patriotismo e atenção à criança brasileira. A gente não pode colocar na educação qualquer cor ideológica ou partidária”, afirmou Ribeiro. “Nossas crianças foram penalizadas com a falta do retorno às aulas presenciais. Nosso país é um dos últimos a retornar presencialmente às aulas”, lembrou o ministro. 

Ribeiro disse que há preocupação com as medidas sanitárias de prevenção para evitar maiores riscos aos alunos e professores.

“Não é um retorno a qualquer preço, mas com cuidados, uso dos protocolos, máscara, distanciamento, álcool em gel… E agora temos ainda a questão da vacinação dos profissionais da educação”, destacou. “Essa vacinação em massa que está acontecendo partiu do MEC. Nós é que fomos lá pedir para que todas as desculpas pudessem ser colocadas de lado.”

Na entrevista, Ribeiro lamentou a pressão de sindicatos da área de educação no sentido de que as aulas não fossem retomadas de forma presencial.

“Existe uma minoria barulhenta que tem tempo para estar mobilizando as pessoas e trabalhou fortemente para que as aulas não fossem retomadas, no intuito de criar um caos na educação”, afirmou. “Este mesmo grupo esteve 20 anos no poder e deixou a educação brasileira nas últimas colocações do Pisa [Programa Internacional de Avaliação de Estudantes], que avalia a leitura e a escrita das crianças.”   

Infelizmente, muitos professores pensam só em si, mas esquecem que muitas pessoas (crianças), dependem deles para serem ensinadas, esquecem que muitas famílias não tem condições de ter acesso à internet, não tem como assim assistir aulas remotas. Como essas crianças desenvolverão seu aprendizado? Como o professor remotamente, conseguirá perceber a fundo se seus alunos estão se desenvolvendo em seu aprendizado de maneira adequada, quais as falhas? Em um momento da vida em que eles mais conseguem assimilar e a reter a informação.

Sem contar que, em se falando de tecnologia, em muitas regiões, a rede de internet móvel, é falha ou limitada. Levando-se em conta a alimentação, muitos alunos só conseguem uma alimentação adequada dentro do recinto escolar. E em muitos casos, muitos pais e principalmente mães, deixaram de trabalhar, pois com a renda que tinha, não possuem condições de contratar alguém para ficar com o filho em período integral ou semi-integral em tempo de pandemia, onde muitos alunos tiveram aulas remotas.

Muitos professores e adultos já foram vacinados, não há motivos para temer. O que se deve temer, infelizmente é a educação escolar dessas crianças e adolescentes.

FONTE/CRÉDITOS: Revista Oeste/ Aliados Brasil Oficial
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