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Menos grave, variante delta sepultou vacinas e tornou passaportes inúteis, dizem infectologistas

COVID-19

Menos grave, variante delta sepultou vacinas e tornou passaportes inúteis, dizem infectologistas

Com crescente preocupação por reações adversas, obrigatoriedade de vacinas é aprovada em capitais brasileiras

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A divulgação de resultados das análises do infectologista Ricardo Zimermann trouxeram a conclusão de que as vacinas de primeira geração para SarsCov2 ficaram obsoletas diante das mutações do vírus, o que torna os “passaportes sanitários” inúteis. Com menor patogenicidade, a variante delta representa uma chance de imunização de rebanho no sentido tradicional do termo, como salientou recentemente o médico Roberto Zeballos.

As causas para a mutação do vírus ainda não são totalmente conhecidas, mas Zimermann suspeita da chamada “zoonose reversa”, quando os animais infectados pela variante inicial humana transmitem novamente ao homem, trazendo “novidades” evolutivas do vírus. Outros sugerem que houve manipulação humana do vírus desenvolvido originalmente no labortatório de Wuhan. Independente da origem e da causa das mutações, o fato é que a delta trouxe mudanças que não estavam previstas pelos que ofereceram as soluções para a pandemia.

 

O infectologista Francisco Cardoso comentou as observações em seu twitter nesta terça-feira (24).

Extremamente preocupante esse achado. A variante delta sepultou, pelo visto, as vacinas anti-SARSCov2 de primeira geração. Passaportes sanitários serão inúteis. Ferrou geral. Vamos precisar de novas plataformas. Nossa sorte é que essa cepa é realmente pouco letal.

A também infectologista Roberta Lacerda, que vem acompanhando casos de reações adversas em vacinas para covid, retuitou a mensagem e questionou a imposição de passaportes sanitários diante das mutações.

Mais uma prova de que não combinaram a estratégia das Vacinas obrigatórias com o SARS CoV2. Darwin estragou a arma de controle social também conhecida como Passaporte Sanitario: mais uma forma de segregação do “nós” contra “eles”

“As vacinas baseadas em mRNA fornecem proteção eficaz contra as variantes mais comuns do SARS-CoV-2. No entanto, a identificação de prováveis ​​variantes inovadoras é crítica para o futuro desenvolvimento de vacinas”, publicou a Roberta Lacerda em suas redes sociais ao divulgar os resultados de um estudo japonês.
 
“Descobrimos que a variante Delta escapou completamente dos anticorpos neutralizantes do domínio anti-N-terminal (NTD), enquanto aumentava a capacidade de resposta aos anticorpos anti-NTD que aumentavam a infecciosidade”.
 
“Embora soro Pfizer-BioNTech BNT162b2-imune neutralizasse a variante Delta quando 4 mutações comuns foram introduzidas no domínio de ligação ao receptor (RBD) da varianteDelta (Delta 4+),alguns soros BNT162b2-imune perderam a atividade neutralizante e aumentaram a infecciosidade”.

Atentos a jornais, governadores vão na contramão da ciência

Apesar disso, o passaporte sanitário vem sendo aprovado em diversas capitais brasileiras. Nesta semana, São Paulo recuou da decisão, mas o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro disse que irá implantar a medida ditatorial na capital catarinense.

Nos veículos de mídia, a delta é tratada como mais perigosa, embora só se mencione a maior transmissibilidade. Com o uso das técnicas de medo consagradas em 2020, os jornais salientam a “agressividade” da nova variante, no sentido de ser mais transmissível, mas não mencionam o fato de sua baixa patogenicidade, o que oferece chances para uma imunidade natural.

 

 

 

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