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Marco Feliciano vence processo em que Caetano Veloso moveu contra o parlamentar

Cantor em fim de carreira, acionou a Justiça porque foi chamado de 'pedófilo' pelo deputado

Marco Feliciano vence processo em que Caetano Veloso moveu contra o parlamentar
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Marco Feliciano (deputado federal) venceu Caetano Veloso na Justiça na terça-feira (14). O cantor movia um processo contra o parlamentar desde 2017. Naquele ano, o congressista acusou Veloso de praticar pedofilia por relações sexuais com a ex-atriz Paula Lavigne, quando ela tinha 13 anos e ele, 40. Hoje, Lavigne vive uma união estável com Veloso. “Estupro é crime imprescritível”, disse Feliciano, à época das declarações sobre o casal.

O deputado, ainda pediu na época, que seus 900 mil seguidores compartilhassem uma foto do artista acompanhada do texto “Senado aprova PEC que torna estupro crime imprescritível. Lavigne perdeu virgindade aos 13 com Caetano”.

O magistrado da Justiça do Distrito Federal, Nelson Ferreira Junior, argumentou que Feliciano exerceu o “pleno direito da liberdade de criticar”. O juiz sustentou não haver prova definitiva de que o deputado tenha agido com intenção de difamar ou de injuriar Caetano, “limitando-se apenas a debater assuntos que já eram, há muito, discutidos de forma contundente em redes sociais, inclusive, com relação à matéria constante na revista Playboy.”

Em 2017, o casal também processou o MBL (Movimento Brasil Livre) e Alexandre Frota (PSDB-SP), por motivo similar –a acusação de que Caetano seria pedófilo.

A campanha contra Caetano começou após ele e Paula irem a público apoiar o grupo #342Artes, em defesa da liberdade de expressão e contrário à censura. Contexto: o cancelamento, quatro anos atrás, do Queermuseu, exposição que enfureceu tropas conservadoras, que ali viam blasfêmia contra símbolos religiosos e apologia à zoofilia e pedofilia. Em que o artista apoiou a performance Lê bete, realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em que uma criança entrou em contato com um homem nu. 

Após a decisão, Marco Feliciano publicou no Twitter uma mensagem comemorando a decisão da Justiça. “Em tempos obscuros a esperança brilha forte! Nenhum brasileiro pode ser punido por sua opinião! Justiça foi feita! Obrigado a todos que se solidarizaram comigo!”, disse o pastor.

 
FONTE/CRÉDITOS: Aliados Brasil Oficial/ Revista Oeste
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