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Jornalista pode ser presa por desejar assassinato de Maduro

Internacional

Jornalista pode ser presa por desejar assassinato de Maduro

Ministério Público venezuelano solicitou mandado de prisão contra a comunicadora

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O procurador-geral da Venezuela, Tarek Saab, informou nesta quinta-feira (4) que seu gabinete solicitou uma “mandado de prisão” contra a jornalista Carla Angola, que vive nos Estados Unidos, por supostamente defender a “perpetração de um assassinato” contra o presidente Nicolás Maduro.

– O Ministério Público solicitou o mandado de prisão contra esta senhora pelo suposto cometimento do crime de apologia, em relação ao crime de assassinato – disse Saab, em declarações transmitidas pela emissora estatal venezuelana “VTV”.

Da mesma forma, indicou que o Ministério Público “está realizando uma investigação” a esse respeito.

A jornalista, destacou Saab, “expressou publicamente perante os telespectadores” em um programa de televisão, “sediado em Miami”, que “os EUA usam um drone e desaparece o segundo no comando da Al-Qaeda, e o mundo inteiro se pergunta nas redes porque não fazem o mesmo com Nicolás Maduro”.

Ele assegurou que, dada a “resposta do seu entrevistado, que parecia apavorado”, Angola “insiste que [a Venezuela] deve ser considerada uma ameaça”. E que, nesse sentido, “se é uma ameaça, então os EUA devem proceder ao lançamento de um drone no local onde possa, segundo o desejo dela, localizar Maduro e assassiná-lo”.

Isso, afirmou o procurador, é “simples e claramente uma apologia ao crime de assassinato” e “sem dúvida foi repudiado por unanimidade pelo país”.

Ele questionou que Carla Angola tenha generalizado ao dizer que “o venezuelano” diz “nas redes sociais porque não fazem o mesmo com Maduro”, sem identificar quem são os que fizeram tal comentário.

– É simplesmente uma desculpa para ela se referir ao que ela quer, para causar nada mais e nada menos que assassinato em um país como o nosso que quer paz, tranquilidade, prosperidade, que quer trabalhar – disse.

Hoje, o governo venezuelano recordou o ataque “perpetrado com drones” ocorrido há quatro anos contra Maduro – que no momento discursava em uma avenida de Caracas – e do qual saiu ileso.

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