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Impacto brusco que tenha causado múltiplos traumatismos é a hipótese mais provável até o momento

Taxas foram reduzidas em 10% até o final de 2022; medida visa conter o impacto global da pandemia

Impacto brusco que tenha causado múltiplos traumatismos é a hipótese mais provável até o momento
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O governo federal reduziu em 10% as tarifas de importação até o final de 2022 como forma de ajudar a conter a inflação superior a dois dígitos no Brasil. O secretário executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys, justifica que a medida pretende conter ainda os impactos globais da pandemia. “Estamos vivendo uma situação global em que há uma alta do preço dos alimentos, alta de preço de combustíveis. É muito importante que utilizemos os instrumentos ao nosso alcance para poder começar a ajudar a população a ter preços menores, a ter custos menores, a que haja condições de concorrência dentro da nossa economia. Daí vem essa medida. Estamos trabalhamos ainda com o Mercosul, em estágio muito avançado, para que possamos fazer uma redução consistente e estrutural da tarifa externa comum de todos os produtos da economia brasileira, mas precisamos, no momento, de forma temporária, já fazer um início de redução”, explica Guaranys.

O secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, Roberto Fendt, também ressalta que a escalada da inflação não atinge apenas o Brasil. “No nosso caso, a inflação atinge de maneira mais desigual, mais injusta, as classes de renda menos favorecidas. Nós não podemos e não poderíamos continuar assistindo a essa situação e tornamos essa medida, que eu gostaria de enfatizar é uma medida temporária. Ela vale até 31/12/2022. E, ao mesmo tempo, gostaria de esclarecer que essas medidas já havia sido acordada com os nossos parceiros do Mercosul”, aponta Fendt. Os ministérios da Economia e das Relações Exteriores publicaram a lista no Diário Oficial que engloba 87% dos itens sujeitos a tributação, com a exclusão dos beneficiados pelo Mercosul.

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