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Quinta, 29 de julho de 2021
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Economia

Guedes confirma “mudança organizacional” no Ministério da Economia

Onyx Lorenzoni assumiria a chefia de um novo Ministério do Trabalho, cujas funções foram absorvidas pela pasta de Economia no início do governo

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Após anúncio do presidente Jair Bolsonaro sobre reforma ministerial, o ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou que haverá uma reorganização de sua pasta. 

Paulo Guedes, ministro da Economia, em uma live com representantes da Receita Federal, confirmou uma “mudança de estrutura” na sua pasta e, de acordo com ele, “acelerar o ritmo de geração de emprego no Brasil.”

O Ministério do Trabalho deve ser recriado e se chamará Ministério do Emprego e da Previdência.

“Temos novidade chegando. Novidades até na nossa organização estrutural. Vamos fazer uma mudança organizacional aqui também [no Ministério da Economia]. Essas novidades são justamente na direção de emprego e renda e vamos acelerar o ritmo de criação de empregos, inclusive com uma reorganização nossa, interna. São novidades que o presidente deve trazer rapidamente”, disse Guedes.

O novo ministério será instituído a partir da estrutura da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, órgão comandado hoje por Bruno Bianco.

O presidente vai entregar a Casa Civil para o senador Ciro Nogueira (PP-PI), líder do Centrão. O atual ministro-chefe, general Luiz Eduardo Ramos, deve ser realocado para a Secretaria-Geral da Presidência da República, pasta hoje comandada por Onyx Lorenzoni. Este assumiria a chefia de um novo Ministério do Trabalho, cujas funções foram absorvidas pela pasta de Economia no início do governo. 

O superministério de Paulo Guedes é formado pelos antigos ministérios da Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio Exterior, além de Trabalho e Previdência.

"Tem novidades na nossa organização estrutural, vamos fazer uma mudança organizacional. Essas novidades são exatamente na direção de emprego e renda. Acelera o ritmo de criação de empregos", explicou o Guedes em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (21), para comentar os resultados arrecadação federal de junho.

A área de geração de empregos tem sido motivo de comemoração do governo desde o segundo semestre de 2020, quando o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) voltou a registrar números positivo sobre a criação de novas vagas de emprego no mercado de trabalho formal, mesmo em meio às crises econômica e sanitária. 

Neste ano ainda, é esperado o anúncio de um novo programa de estímulo à empregos para trabalhadores informais, desenhado pela secretaria de Bianco, o Bônus de Inclusão Produtiva (BIP) e o Benefício de Incentivo à Qualificação (BIQ). Ambos os benefício estão previsto na Medida Provisória 1.045, que prorrogou o BEm e deverá ser votada no retorno do recesso legislativo.

Fonte/Créditos: Gazeta Brasil/CNN/Aliados Brasil Oficial

Créditos (Imagem de capa): reprodução

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