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Ex-Repórter Da Globo Diz Que Emissora Faz “Ativismo Político”

Thiago Asmar reclamou da cobertura da emissora sobre vinda de Musk ao Brasil: “Vergonha do jornalismo”

Ex-Repórter Da Globo Diz Que Emissora Faz “Ativismo Político”
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Ex-repórter da Globo, o jornalista Thiago Asmar classificou a emissora como uma “piada” após a cobertura da vinda do bilionário Elon Musk ao Brasil. O comunicador, que atualmente trabalha na Jovem Pan, expressou insatisfação em relação a uma matéria da Globo intitulada “Falta fiscalização”: país já tem dados sobre desmate na Amazônia e não precisa de Musk; veja análise. Para Asmar, desdenhar dos investimentos do homem mais rico do mundo no Brasil é “ativismo político ridículo” e visa “atacar” o presidente Jair Bolsonaro (PL).

– A Rede Globo é uma piada. A Rede Globo com seu ativismo político barato, chulo, ridículo, vergonhoso, é capaz de criticar a presença do Elon Musk, o homem mais rico do mundo, no Brasil. Claro, para atacar o Bolsonaro. Só porque o cara foi convidado pelo Bolsonaro, foi recebido pelo Bolsonaro, a Rede Globo tem a coragem de colocar isso aí nas suas manchetes: que a Amazônia não precisa do Elon Musk. A gente está falando do homem mais rico do mundo que está levando internet para milhares de pessoas e escolas na Amazônia – declarou em vídeo publicado em suas redes sociais.

Thiago ainda afirmou ter “vergonha do jornalismo” no Brasil e declarou que a imprensa “só prega seus interesses”.

– Como que o Brasil não precisa de um cara desse [Elon Musk]? Um cara que faz altos investimentos no mundo inteiro. É um ativismo político ridículo. Eu tenho vergonha do jornalismo no Brasil. Acabou o jornalismo no Brasil. E eu tenho vergonha de ter meu diploma de jornalismo em um país onde a imprensa é tão suja e só prega os seus interesses – concluiu.

Na matéria veiculada pela Globo, a emissora diz que especialistas que acompanham o enfrentamento do desmatamento no Brasil receberam “com ressalvas” a notícia de que Musk pretende utilizar seus satélites para o monitoramento ambiental da floresta. A reportagem repercute falas de analistas que defendem que o país já possui “dados suficientes” e que a oferta de conectividade do bilionário “não tem impacto direto no rastreamento da devastação”, pois o que falta seria “fiscalização e controle”.

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