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Ditadura Global: Cerco se fecha ao TELEGRAM

Internacional

Ditadura Global: Cerco se fecha ao TELEGRAM

Aplicativo de mensagem está sendo alvo de perseguição por entregar LIBERDADE aos usuários.

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Uma reportagem do jornal alemão Die Welt sugere que o governo daquele país está considerando tomar medidas para encerrar o aplicativo de mensagens Telegram. Isso porque pessoas que se opõem às restrições e bloqueios do COVID o estão usando para organizar protestos e compartilhar informações. No Brasil, o Ministro do STF, Luís Roberto Barroso enviou ofício ao Telegram pedindo cooperação no combate daquilo que ele classificou de "desinformação".

O relatório contém uma entrevista com a ministra do Interior alemã, Nancy Faeser, que afirmou “Não podemos descartar isso”, quando perguntado se a plataforma será alvo de censura.

“Uma paralisação seria grave e claramente um último recurso. Todas as outras opções devem ser esgotadas primeiro”, esclareceu Faeser.

O ministro também disse ao jornal que, embora atualmente não esteja claro qual ação legal seria necessária para encerrar a plataforma, o governo alemão está em consulta com a União Europeia sobre uma possível regulamentação da mesma.

O Epoch Times observa que na Alemanha, que implementou algumas das restrições pandêmicas mais severas , “o Telegram tem sido usado como um centro de comunicação para o movimento de protesto contra as medidas estabelecidas para combater o vírus do PCC, incluindo bloqueios, mandatos de máscaras intermitentes, e restrições para os não vacinados”.

PAÍSES TOTALITÁRIOS OU DE GOVERNOS RÍGIDOS - SEM TELEGRAM. E NOS EUA?

O Telegram foi encerrado ou bloqueado em outros países, incluindo Irã, China, Paquistão, Índia, Tailândia e Rússia. Certamente não podemos dizer que são países que servem de exemplo para um padrão de liberdade.

A plataforma teve um grande aumento no número de usuários no ano passado, depois que o Watts App, de propriedade do Facebook, introduziu uma controversa atualização de privacidade que levou a preocupações de que o aplicativo entregaria os dados do usuário à sua controladora. Também veio ao mesmo tempo que ocorreu o expurgo do presidente Trump das grandes plataformas de mídia social de tecnologia.

O fundador do Telegram, Pavel Durov, alertou que as pessoas estão “sendo reféns de monopólios de tecnologia”.

Além de ser independente da grande tecnologia, o Telegram promete criptografia robusta de ponta a ponta, garantindo que as mensagens permaneçam privadas.

Isso tornou o Telegram um alvo para autoritários e grandes monopolistas de tecnologia

Nos EUA, o grupo lobista The Coalition for a Safer Web entrou com uma ação judicial contra a Apple em um esforço para remover o Telegram da loja de aplicativos, alegando que ele permite que 'extremistas' espalhem 'discurso de ódio'.

NOSSO PONTO DE VISTA:

Fato é que qualquer plataforma digital que ofereça liberdade de interação entre seus usuários e que não restrinja assuntos de ordem política e controle social, está sendo vítima de autoridades mundo afora.


Não se vê o mesmo empenho quando os assuntos tratados são prostituição infantil, tráfico de drogas e todos os tantos outros tipos de ilicitudes existente. Não se vê empenho de governantes, ONGs, personalidades do mundo jurídico pedindo o banimento ou o controle de qualquer aplicativo ou plataforma.

Basta combater o crime. Da ordem que o crime for. Quem divulga verdadeiramente discurso de ódio, negocia pornografia infantil, drogas ilícitas, promove qualquer tipo de ato ilícito nas redes sociais, basta que se aplique a lei. Não será uma terceira pessoa, falando por algo subjetivo, como é o Estado, quem determinará o que posso ou que não posso ver.

É bíblico:

“Examinai tudo. Retende o bem.” 1 Tessalonicenses 5.21

Portanto, não pode ser o Estado, o checador de matéria da agência de jornal que vai determinar o que é verdade ou mentira. Cabe a cada um de nós, sendo livres, fazer juízo de tudo aquilo que nos é dito, informado e falado e assim formar suas opiniões e tomar suas decisões. 

O nome disso? Livre arbítrio.

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FONTE/CRÉDITOS: Gustavo Reis com informações de Infowars.
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): telegram
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