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Com foco em marketing apelativo, Governador de São Paulo comemora liberação da Coronavac para crianças

Doria usou suas redes sociais para celebrar uso de droga experimental mesmo com relatos de reações graves em outros países

Com foco em marketing apelativo, Governador de São Paulo comemora liberação da Coronavac para crianças
Reprodução Governo de São Paulo
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Na tarde desta quinta-feira (20), o governador tucano de São Paulo (SP), João Doria, comentou sobre a decisão da Anvisa de liberar o uso da CoronaVac em crianças e adolescentes de 6 a 17 anos.

Mesmo com a recente notícia da suspensão da vacinação da droga marca Pfizer (essa com a nova tecnologia de mRNA) na cidade de Lençóis Paulista após a morte de uma menina de 10 anos, o governador de São Paulo buscou fazer um marketing político e farmacêutico, ao invés de informar a população sobre a vacinação e seus devidos cuidados para aquelas pessoas que buscam o imunizante sintético para suas crianças.

 

Porém já existem relatos na mídia internacional, sobre relator de mortes de crianças ligadas a vacina da empresa Sinopharm, produtora da Coronavac e da Sinovac e que utiliza a mesma tecnologia em ambas. Um dos casos foi relatados e que chamou a atenção foi a primeira morte de uma criança menor de 14 anos de idade por covid na cidade Boliviana de Chuquisaca, e justamente, por complicações logo após tomar a vacina.

A criança que estava bem tomou a sua primeira dose do imunizante da Sinopharm no dia 3 de Janeiro de 2022, e logo nos dias seguintes progrediu para uma forte infecção respiratória. "Estava com dificuldade respiratória", explicou o diretor do Serviço Departamental de Saúde (Sede), Juan José Fernández. 

O médico ainda chamou a atenção para outros detalhes, como a questão de que "do dia da vacinação até o dia da morte da menina, não passaram os 14 dias necessários para que, com a vacina, o corpo da vítima pudesse adquirir a eficácia da dose ou que ela gerasse a imunogenicidade necessária". “É como se eu não estivesse imunizado. A evolução foi complexa, durante o contágio evoluiu rapidamente”, acrescentou.

A presidente da Sociedade de Pediatria, Elena Lescano, disse que é a primeira morte por covid de uma criança com menos de 14 anos desde o início da pandemia no departamento. 

Outro caso que repercutiu no mundo foi o da pequena menina Ámbar Suárez de 3 anos de idade. A criança de 3 anos havia recebido a vacina porque, caso contrário, ela não teria permissão para ir ao jardim de infância devido a uma obrigatoriedade de vacinação.

Ela disse que sua filha de 3 anos não apresentou sintomas imediatamente após o tomar a vacina, mas enquanto brincava com os filhos do vizinho na manhã seguinte, Ámbar desmaiou e foi levada ao Hospital Infantil de Tucumán, onde morreu de parada cardíaca.

A mãe de coração partido disse: “Tenho certeza que minha filha foi morta pela Vacina. Ela era uma menina saudável, cheia de vida, sem nenhum problema de saúde”.

O vídeo dessa mãe rodou o mundo pelos meios independentes de comunicação, como o Telegram.





FONTE/CRÉDITOS: Aliados
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