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Quarta, 22 de setembro de 2021
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Entretenimento

Cinemas nos EUA vão deixar de exigir máscara aos vacinados contra a Covid-19

Estúdios de Hollywood também esperam conseguir apresentar este ano as numerosas superproduções.

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As principais cadeias de cinema dos Estados Unidos anunciaram na sexta-feira que não vão exigir máscara aos espectadores que já estão totalmente vacinados contra a Covid-19.

A AMC, a maior rede de cinemas dos Estados Unidos, adiantou em comunicado que esta decisão está alinhada com o relaxamento das medidas contra a covid-19, formuladas pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC), a medida que a vacinação avança na União Europeia.

"Os espetadores que estão totalmente vacinados deixarão de ser obrigados a usar máscaras nos cinemas AMC, a menos que sejam obrigados a fazê-lo por regulamentos locais ou estatais", adiantou a cadeia de cinemas, citada pela agência de notícias espanhola Efe.

Já os espectadores que não estão vacinados devem continuar a usar máscaras.

A Regal e a Cinemark, que são a segunda e terceira maior cadeia de cinema dos EUA, respectivamente, anunciaram medidas semelhantes às da AMC.

Depois de um ano de 2020 catastrófico para os cinemas, por causa da pandemia, a indústria do setor espera reverter a situação em 2021. Atribuído as campanhas de vacinação, os números e diminuição de pressão midiática, tem aproximado o país de uma situação cada vez mais semelhante à normalidade pré-coronavírus.

Os estúdios de Hollywood também esperam conseguir apresentar este ano as numerosas superproduções, cujas estreias foram adiadas até que a pandemia estivesse sob controle.

Assim, este fim de semana filmes como "Cruella" da Disney, com Emma Stone como protagonista, chegarão às salas, bem como filmes de terror como "A Quiet Place Part II", de Emily Blunt.

Em junho, serão também apresentados filmes muito aguardados como o musical latino "In the Heights", baseado na obra homónima de Lin-Manuel Miranda, ou a nona edição da bem-sucedida saga de ação "Fast & amp; Furious", intitulada "F9".

A crise sanitária provocou, pelo menos, 3.513.088 mortos no mundo, resultantes de mais de 168,9 milhões de casos de infeção, segundo o último balanço feito pela agência francesa AFP. Todavia, os números necessitariam de investigação  profunda, uma vez que são milhares as denúncias de fraudes nos registros e de causa mortis, no mundo inteiro.

 

Fonte/Créditos: Aliados Brasil Oficial com informações da Agência Efe

Créditos (Imagem de capa): pxhere

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