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Domingo, 19 de setembro de 2021
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Política

Chanceleres de 21 países repudiam prisões em massa em Cuba

Persuadiram o governo da ilha a respeitar os direitos do povo cubano, incluindo e o direito a livre informação da população

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Chanceleres dos Estados Unidos, Brasil e outros 19 países publicaram um comunicado em conjunto nessa segunda-feira (26) repudiando as prisões em massa realizadas pelo regime socialista de Cuba. As prisões ocorreram após as manifestações populares contra o governo ditador cubano de Miguel Díaz-Canel.  Condenaram “as detenções e prisões em massa de manifestantes em Cuba” e também persuadiram o governo da ilha a respeitar os direitos do povo cubano, incluindo e o direito a livre informação da população do país.

“As democracias de todo o mundo estão se unindo para apoiar o povo cubano, conclamando o governo cubano a respeitar as demandas dos cubanos por direitos humanos universais”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Anthony Blinken, ao comentar o posicionamento dos 21 países.

A declaração foi assinada pelos ministros das relações exteriores de Áustria, Colômbia, Croácia, Chipre, República Tcheca, Equador, Estônia, Guatemala, Grécia, Honduras, Israel, Letônia, Lituânia, Kosovo, Montenegro, Macedônia do Norte, Polônia, Coreia do Sul e Ucrânia.

Citando os protestos realizados em 11 de julho, quando milhares de cubanos protestaram pacificamente em todo país contra as péssimas condições de vida e a falta de liberdade, os ministros dos países signatários afirmaram que os cubanos “exerceram as liberdades universais de expressão e reunião, direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos” e demandaram ao governo cubano a “libertar os detidos” e a “restaurar o acesso à Internet”.



Fonte/Créditos: Gazeta do Povo/ Terça Livre/ Aliados Brasil Oficial

Créditos (Imagem de capa): WILL OLIVER/EFE

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