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Brasil assume mandato no Conselho de Segurança da ONU

Em nota, o Itamaraty informou quais serão as prioridades do país no biênio 2022-2023 no conselho

Brasil assume mandato no Conselho de Segurança da ONU
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Após mais de uma década, o Brasil assume neste sábado, 1º, um novo mandato como membro não permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Será a 11ª vez que o país vai integrar o colegiado (a última foi no biênio 2010-2011). Formado por 15 países, o grupo tem a função de buscar a manutenção da paz e da segurança internacionais.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, atualmente, o Brasil participa de sete das 12 operações de manutenção da paz da ONU.

Em nota, o Itamaraty informou quais serão as prioridades do país no biênio 2022-2023 no conselho da ONU:

  1. Prevenção e solução pacífica de conflitos;
  2. Eficiência das missões de paz e das respostas humanitárias às crises internacionais;
  3. Consolidação da paz mediante ações voltadas para o desenvolvimento;
  4. Respeito aos direitos humanos;
  5. Maior participação das mulheres nas ações de promoção da paz e da segurança internacionais.

“O país buscará também aprimorar a articulação do Conselho com outros órgãos da ONU e com organismos regionais envolvidos na resolução de conflitos”, afirma a chancelaria brasileira.

Além do Brasil, Albânia, Emirados Árabes Unidos, Gabão e Gana também assumiram cadeiras não permanentes no Conselho de Segurança da ONU.

Os 15 membros do conselho tem direito a voto, mas apenas Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, China e Rússia são membros permanentes e têm poder de veto. Os outros dez assentos são temporários, e os países são eleitos para ocupá-los de forma rotativa, em mandatos de dois anos.

O governo brasileiro tenta, há muitos anos, um assento permanente no conselho. O país integra o G4, grupo formado também por Japão, Alemanha e Índia, que defende mudanças no órgão da ONU.

“O Brasil estará em posição privilegiada para atestar o compromisso com a reforma do conselho, para resguardar a legitimidade da atuação das Nações Unidas diante dos múltiplos e complexos desafios enfrentados pela comunidade internacional”, afirmou o Itamaraty, quando o país foi eleito, em junho.

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