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BOMBA: Eles confiaram nas vacinas chinesas. Agora eles estão lutando contra surtos de Covid-19.

COVID-19

BOMBA: Eles confiaram nas vacinas chinesas. Agora eles estão lutando contra surtos de Covid-19.

As taxas de eficácia das vacinas chinesas podem ser baixas o suficiente "para sustentar alguma transmissão, bem como criar doenças.

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Cerca de 90 países que utilizaram vacinas desenvolvidas pela China estão sofrendo novos surtos de covid-19, evidenciando que estas têm baixa eficácia contra o coronavírus e novas variantes, revela uma investigação do New York Times.

A investigação do jornal norte-americano baseou-se em dados recolhidos em vários países que usaram sobretudo vacinas chinesas, incluindo as Seychelles, a Mongólia ou o Chile.

Esses três países confiaram, pelo menos em parte, em vacinas chinesas de fácil acesso, o que lhes permitiu executar ambiciosos programas de vacinação. Porém, os três registam agora recordes de novos casos diários.
 
A matéria diz que a Mongólia prometeu ao seu povo um “verão sem covid”Bahrain disse que haveria um "retorno à vida normal". Diz também que Seychelles pretendia impulsionar sua economia mas que em vez de se livrar do coronavírus, todos os três países agora estão lutando contra um surto de infecções. Todos confiaram no trabalho realizado pelo governo chinês, chamado de "Diplomacia da Vacina".
 
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Em Seychelles, Chile, Bahrein e Mongólia, 50 a 68 por cento das populações foram totalmente inoculadas de acordo com Our World in Data, um projeto de rastreamento de dados. Todos os quatro foram classificados entre os 10 principais países com os piores surtos de Covid na semana passada (13 a 19 de junho), de acordo com dados do The New York Times. E todos os quatro estão usando principalmente injeções feitas por dois fabricantes chineses de vacinas, Sinopharm e Sinovac Biotech.
 
“Se as vacinas forem suficientemente boas, não devemos ver esse padrão”, disse Jin Dongyan, virologista da Universidade de Hong Kong“Os chineses têm a responsabilidade de remediar isso.”
 
LAVANDO AS MÃOS
 
A China viu sua "diplomacia de vacinas" como uma oportunidade de emergir da pandemia como uma potência global mais influente. O principal líder da China, Xi Jinping, prometeu entregar uma dose chinesa que pudesse ser facilmente armazenada e transportada para milhões de pessoas em todo o mundo. Ele chamou de "bem público global".
 
Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da China disse não ver uma ligação entre os recentes surtos e suas vacinas. Ele citou a Organização Mundial da Saúde dizendo que as taxas de vacinação em certos países não atingiram níveis suficientes para prevenir surtos e que os países precisavam continuar a manter os controles.
 
“Relatórios e dados relevantes também mostram que muitos países que usam vacinas feitas na China expressaram que são seguras e confiáveis ​​e têm desempenhado um bom papel em seus esforços de prevenção de epidemias”, disse o ministério.
 
A China também enfatizou que suas vacinas têm como alvo doenças graves e não a transmissão.
A bem da verdade, sabemos que nenhuma vacina previne totalmente a transmissão e as pessoas ainda podem ficar doentes após serem inoculadas, mas as taxas de eficácia relativamente baixas das vacinas chinesas foram identificadas como uma possível causa dos surtos recentes.
 
As empresas chinesas não divulgaram muitos dados clínicos para mostrar como suas vacinas atuam na prevenção da transmissão. Na segunda-feira (21), Shao Yiming, epidemiologista do Centro Chinês para Controle e Prevenção de Doenças, disse que a China precisava vacinar totalmente de 80 a 85 por cento de sua população para obter imunidade coletiva, revisando uma estimativa oficial anterior de 70 por cento.

Os dados sobre infecções inesperadas também não foram disponibilizados, embora um estudo da Sinovac no Chile tenha mostrado que a vacina foi menos eficaz do que as da Pfizer-BioNTech e Moderna na prevenção da infecção entre indivíduos vacinados.

Um representante da Sinopharm desligou o telefone quando foi contactado pela reportagem do NYT para comentar sobre o assunto. A Sinovac não respondeu a um pedido de comentário feito pela reportagem do jornal norte-americano.

ALERTA!

William Schaffner, diretor médico da Fundação Nacional para Doenças Infecciosas da Universidade de Vanderbilt, disse que as taxas de eficácia das vacinas chinesas podem ser baixas o suficiente "para sustentar alguma transmissão, bem como criar doenças em uma quantidade substancial na população altamente vacinada, embora mantém as pessoas longe do hospital. ”

Nikolai Petrovsky, professor da Faculdade de Medicina e Saúde Pública da Flinders University, na Austrália, disse que, com todas as evidências, seria razoável supor que a vacina Sinopharm teve efeito mínimo na redução da transmissãoUm grande risco com a vacina chinesa é que as pessoas vacinadas podem ter poucos ou nenhum sintoma e ainda espalhar o vírus para outras pessoas, disse ele, que completou:

“Acho que essa complexidade foi perdida pela maioria dos tomadores de decisão ao redor do mundo.”

No Brasil, a vacina CoronaVac é a mais usada e tem o governador de SP como seu maior garoto-propaganda.

 

o LINK para a matéria completa do NYT vc encontra aqui:

https://www.nytimes.com/2021/06/22/business/economy/china-vaccines-covid-outbreak.html?searchResultPosition=1

 

 

 

 
FONTE/CRÉDITOS: Gustavo Reis com informações de Sui-Lee Wee que é correspondente do The New York Times na China
FONTE/CRÉDITOS (IMAGEM DE CAPA): pexels
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