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Domingo, 13 de junho de 2021
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Saúde

BOMBA: A droga tóxica para o coração e causadora de arritmias é o REMDESIVIR, e não a hidroxicloroquina

A verdade finalmente é revelada

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Em estudos clínicos recentes, algumas arritmias cardíacas foram relatadas com o uso de remdesivir para COVID-19. Para abordar essa preocupação de segurança, o Clinical Microbiology and Infection investigou se o uso do medicamento está associado a um risco aumentado de bradicardia.

Usando VigiBase®, o banco de dados de Relatórios de Segurança de Casos Individuais Globais da Organização Mundial da Saúde, foram comparados os casos de bradicardia relatados em pacientes com COVID-19 que usaram o remdesivir com aqueles relatados em pacientes COVID-19 que usaram a hidroxicloroquina, lopinavir / ritonavir, tocilizumabe ou glicocorticóides.

Todos os relatórios de pacientes com COVID-19 registrados até 23 de setembro de 2020 foram incluídos. 

A análise foi feita em 6574 pacientes tratados com o REMDESIVIR ou outros medicamentos prescritos para COVID-19.  Entre os 2.603 pacientes tratados com remdesivir, em 302 foram registrados efeitos cardíacos, entre esses relatos 94 com bradicardia (31%) principalmente nos Estados Unidos (88, 93%). Os pacientes com bradicardia tinham amplo espectro de idade (61,2 ± 18,1 anos), eram em sua maioria homens (53, 56%), com peso corporal médio.

Remdesivir foi o único medicamento suspeito em 88 pacientes (94%). Dois terços dos pacientes (61, 65%) não receberam medicamentos cardiovasculares concomitantes. A maioria das notificações foi grave (75, 80%) e em 16 notificações (17%) a evolução foi fatal. Além disso, efeitos adversos cardiovasculares concomitantes ocorreram em 22 (23%) pacientes, principalmente hipotensão (10). O início médio da bradicardia foi de 2,4 dias (intervalo de 1 a 6) (dados disponíveis para 18 notificações). Para notificações de bradicardia com remdesivir, os pacientes eram principalmente farmacêuticos (77 casos, 82%), seguidos por médicos (11 casos, 12%) e outro profissional de saúde (4 casos, 4%) (dois pacientes eram desconhecidos). A maioria das 94 notificações foram graves (75, 80%) e em 16 notificações (17%) a evolução foi fatal. 

Em um cenário do mundo real o estudo sugere que o uso de remdesivir está significativamente associado a um risco maior de notificação de bradicardia e bradicardia grave quando comparado ao uso de hidroxicloroquina, lopinavir / ritonavir, tocilizumabe ou glicocorticóides. Este resultado está de acordo com as propriedades farmacodinâmicas do remdesivir.

O Estudo está disponível em PDF neste link

Fonte/Créditos: Aliados Brasil Oficial

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