Aliados Brasil Oficial - Unidos Pelo Brasil!

MENU
Logo
Domingo, 19 de setembro de 2021
Publicidade
Publicidade

Internacional

Ataques cibernéticos podem levar a uma guerra real de grande poder, diz presidente dos EUA

Fala ocorreu uma semana após acusação formal de agentes chineses infiltrados no Ministério da Segurança de Estado

353
Publicidade
Publicidade
Imagem de capa
A-
A+
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

Os EUA estão constantemente acusando países como Rússia e China de realizarem ataques cibernéticos, e comentários do presidente Biden na terça-feira sugerem que ele poderia usar essas alegações como pretexto para uma intervenção militar. Ele advertiu que se Washington terminasse em uma "guerra real contra uma grande potência", isso poderia ser o resultado de um ataque cibernético aos Estados Unidos.

"Você sabe, vimos como as ameaças cibernéticas, incluindo ataques de ransomware, são cada vez mais capazes de causar danos e interrupções no mundo real"disse Biden em um discurso durante uma visita ao Escritório do Diretor de Inteligência Nacional. "Acho que é mais provável que acabemos - bem, se acabarmos em uma guerra, uma guerra real com uma grande potência, será como consequência de uma violação cibernética de grande importância."

Os EUA e vários aliados acusaram recentemente a China de estar por trás do hack do Microsoft Exchange Server descoberto no início deste ano, e a gravidade dos fatos fez com que a OTAN aceitasse as reivindicações contra a China. O fato ocorreu depois que agentes chineses infiltrados no Ministério da Segurança de Estado dos EUA foram "acusados ​​de campanha global de invasão de computadores voltada para propriedade intelectual e informações comerciais confidenciais, incluindo pesquisa de doenças infecciosas".

A "aliança" recentemente acrescentou os ataques cibernéticos à lista de motivos para  fazer a OTAN invocar a cláusula de defesa mútua do Artigo 5 , o que desencadearia uma guerra com todos os 30 de seus membros. Em seu discurso, Biden abordou as chamadas "ameaças" da Rússia e da China, quando disse que o presidente Vladimir Putin está "sentado no topo de uma economia que tem armas nucleares e poços de petróleo e nada mais", e que isso torna Putin "ainda mais perigoso".

Biden falou sobre seu tempo com o presidente chinês Xi Jinping durante o governo Obama, quando os dois líderes serviam como vice-presidentes, lembrando que Xi falava que a China se tornaria "a força militar mais poderosa do mundo", bem como a "economia mais proeminente" até 2040.

Vídeo da fala (em inglês)

 

Exaltar a já conhecida ameaça da China serve como cortina de fumaça para Biden para justificar seus gastos, seja com o orçamento do Pentágono ou por seu "novo" plano de infraestrutura, O Presidente Norte Americano completa "Você sabe, enquanto competimos pelo futuro do século 21 com a China e outras nações, temos que estar no topo dos desenvolvimentos de ponta em ciência e tecnologia".




Créditos (Imagem de capa): Jonathan Ernst/File Photo

Comentários: