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Domingo, 19 de setembro de 2021
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Política

Aliança com Centrão ‘pode confundir’ eleitores, diz Mourão

Vice-presidente comentou alteração ministerial feita por Bolsonaro

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O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, afirmou nesta sexta-feira (23) que uma parcela dos eleitores do presidente Jair Bolsonaro podem se sentir confusos com as alianças do governo com o Centrão.

“O eleitor que é o eleitor do presidente Bolsonaro, vamos dizer assim, que é uma parcela de 25%, 30% da população, ele olha a pessoa, independente do partido em que ele está”, disse.

E completou: “Agora, a outra parte dos eleitores que também votaram no presidente e, aí foi uma questão mais programática e vamos dizer assim de visão de futuro para o país, esses podem até se sentir um pouco confundidos. Isso vai depender obviamente, então, das ações daqui para lá.”

Mourão concedeu a declaração durante entrevista a repórteres na entrada do Palácio do Planalto. O chefe do Executivo está promovendo acordos e alterações em seus ministérios em troca de apoio no Congresso.

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) assumirá na semana que vem a chefia da Casa Civil. Bolsonaro também vai recriar o Ministério do Trabalho.

Nome pejorativo

Ontem, Bolsonaro afirmou que a nomenclatura "Centrão" é pejorativa, e admitiu fazer parte do bloco. O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, já ironizou o Centrão, grupo aliado do governo que hoje compõe boa parte de sua base. Em um vídeo da convenção nacional do PSL, em 22 de julho de 2018, no Rio de Janeiro, o ministro parodiou um samba que ficou eternizado pelo cantor Bezerra da Silva: "Se gritar pega centrão, não fica um meu irmão", cantou, substituindo a palavra "ladrão", da letra original, pelo nome dado ao grupo de partidos.

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