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A perseguição de professores universitários militantes a alunos conservadores

Não é de hoje que sabemos que há perseguições de professores

A perseguição de professores universitários militantes a alunos conservadores
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Sabemos que existem bons docentes que nos abrem o caminho do conhecimento, são dedicados à sua profissão e querem o melhor para seus alunos.

Porém sempre escutamos um caso ou outro, de relatos de alunos que sofrem tais abusos emocionais, psicológicos e morais dentro de sala de aula, partindo de professores militantes.

Inicialmente as aulas começam com pequenos debates, dizendo sempre que defendem opiniões contrárias e que são democráticos, e aos quais os professores, vão testando e manipulando os alunos, vendo os mais frágeis psicologicamente, os que em sua maioria das vezes, ainda não tem uma opinião formada, ou concreta sobre muitas pautas político-sociais, trabalhando devagarinho, sem que muitos alunos percebam e acabem absorvendo para si. Vai ensinando como ele entende que as pessoas devem agir no mundo. Vai distorcendo, manipulando, coagindo, destruindo todos os valores familiares, aos quais as famílias ensinam durante anos. Se aproveitam daqueles alunos que por algum motivo a família por questões sociais são mais vulneráveis, e não tenha uma base familiar sólida o suficiente para educar com valores morais, sociais esse aluno.

Quando o aluno, demonstra opinião contrária a ideologia, traz outras visões, é demonizado, criticado, linchado. Como se estivessem assistindo algo chocante na televisão. De todas as maneiras tentam alegar que o pensamento desse aluno é errado e inadmissível na sociedade atual. Dizendo que os valores que trazem, já não é comportado mais na sociedade e no século atual.

Muitos se aproveitam do ‘poder’ que se tem para praticar tais abusos, através de seus papeis de docente para tentar abolir pensamentos opostos ao dele, e na mesma onda seguem os alunos que compactuam com as mesmas ‘ideologias utópicas’, onde a massa de pseudo-intelectuais se junta em massa para oprimir aqueles em menor quantidade, e que não compactuam com a mesma linha de pensamento. Onde em um ambiente universitário totalitário que prega o ódio e a vigilância do pensamento, onde professores e professoras das redes pública e privada, tem o objetivo de expor sua doutrinação em sala de aula.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Sensus em 2008, que evidencia que as escolas e universidades estão sendo usadas para fins partidários. Ela revela que os professores reconhecem que seus discursos em sala de aula são politicamente engajados e que devem formar cidadãos mais do que transmitir conhecimento sobre as matérias:

O professor virou o inimigo dentro da escola. E os conteúdos dos professores são inimigos também, pois em vez de serem e manterem a neutralidade, mesmo tendo uma ideologia partidária, preferem enfiar goela abaixo, suas doutrinas, disfarçadas nas aulas, e em vez de darem de fato a matéria, preferem praticar militância político ideológica nas escolas e universidades. Muitas dessas matérias estão voltadas a filosofia, sociologia, história, português, artes, políticas públicas de saúde/ áreas da saúde.

Infelizmente, os professores esquecem de seus verdadeiros papeis na sociedade, que estão ali para lecionar, educar, ensinar de fato as disciplinas, encaminhar o seu aluno no aprendizado. E não para fazer militância política incutida nas matérias/disciplinas.

A militância nas escolas e faculdades está ligado aos acontecimentos históricos que se vinculam às faculdades brasileiras. Por várias gerações, em escolas, universidades, cursos de pós-graduação, mestrados e doutorados, são formados professores esquerdistas que têm suas teses orientadas por diretrizes marxistas.

No sistema universitário, na maioria das vezes são aprovadas e orientadas apenas teses de professores gabaritados na CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). Teses cujo conteúdo já está vinculado às ideologias dos orientadores – majoritariamente militantes de esquerda desde os anos 60.

Como lidar com um professor de esquerda? (Brasil Paralelo)

  • Não o confronte diretamente, prefira ter conversas com seu grupo de colegas. É melhor evitar atritos, represálias e injúrias graves. Pode até haver perseguição nas notas e uma postura implicante pode afastar colegas que o ouviriam em uma conversa à parte. Lembre-se que muitos deles nem mesmo se importam com o que está sendo ensinado.

 

  • Aprenda os fatos, não as ideologias. Quando tiver uma oportunidade de debate, converse ancorado na realidade histórica, na verdade. Logo, crescer em conhecimentos e argumentos faz parte do melhor caminho.

 

  • Quando possível, promova eventos e grupos de estudo em atividades extracurriculares. Você pode também ingressar em organizações escolares que já estejam formadas e nas quais haja abertura para exposição de temas.

 

  • Mesmo sendo inteligente, não aja com arrogância. Muitos adotam posturas de quem aparenta saber tudo. Se você agir assim, pode ser mais difícil a recepção do que você diz. Procure ser diplomático, obter boas notas, ter bons relacionamentos e estudar paralelamente. 

  

Não há como negar que nos últimos 4 anos, a imposição, importunação, abusos, intimidações, estão cada vez maiores e mais evidentes, mas não se amedrontem.

ALUNOS CONSERVADORES: NÃO SE DEIXEM INTIMIDAR!

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