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Bolsonaro levou milhares de pessoas à Paulista: desdobramentos e repercussão internacional

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Bolsonaro levou milhares de pessoas à Paulista: desdobramentos e repercussão internacional
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Milhares de pessoas atenderam ao chamado do ex-presidente Jair Bolsonaro e lotaram a Avenida Paulista e ruas próximas ao local.

Bolsonaro começou sua fala dizendo que o povo brasileiro não merece o atual momento do Brasil. O ex-presidente também lembrou da tentativa de assassinato que sofreu, em 2018, em Juiz de Fora, durante o período eleitoral. Bolsonaro lembrou que a tentativa de homicídio partiu de um ex-filiado do PSOL.

Bolsonaro falou de sua trajetória política como militar, depois como político e em seguida de seu governo.
Bolsonaro disse que ficou muito feliz pelas pessoas que atenderam ao seu chamado.

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Segundo ele o mundo pode ver uma fotografia do povo brasileiro.

“Mostramos, com essa fotografia, que nós podemos até um time de futebol, sem torcida, ser campeão, mas não conseguimos entender como existe um presidente sem povo, ao seu lado.”

Bolsonaro disse ainda que o Brasil não quer o socialismo, o comunismo, a ideologia de gênero, nem a liberação das drogas.

Sem citar nomes, Bolsonaro disse que sofreu perseguição desde antes da eleição, que continuou durante seu mandato e aumentou quando encerrou seu Governo terminou.

Bolsonaro lembrou que ainda durante o mandato, era acusado de querer dar um golpe no país.

“Parte da imprensa sempre reverberava isso. E o que é golpe? Golpe é tanque na rua, é arma, é conspiração, é trazer classes políticas para o seu lado, empresariais. Isso que é golpe, nada disso foi feito no Brasil.”

Por fim Bolsonaro falou sobre a minuta sobre Estado de Sítio.

“Agora querem entubar, a todos nós, que um golpe usando dispositivo da Constituição, cuja palavra final que dá é o parlamento brasileiro, estava em gestação.”

Bolsonaro disse que tem muito mais a dizer, mas que está em busca de paz. E pediu anistia para os presos do dia 8 de janeiro.

“Nós não queremos mais, que seus filhos sejam órfãos de pais vivos. Nós já anistiamos, no passado, quem fez barbaridades no Brasil. Agora, nós pedimos aos 513 deputados, 81 senadores um projeto de anistia, para que seja feita a Justiça em nosso Brasil. E quem, por ventura, depredou patrimônio, que nós não concordamos com isso, que pague, mas essas penas, essas penas, fogem ao mínimo da razoabilidade.”

O presidente disse, ainda, que não se pode entender o que “levou poucas pessoas a apenarem tão drasticamente os pobres coitados que estavam no dia 8 de janeiro de 2023”.

Bolsonaro disse que a fotografia da manifestação “vai rodar o mundo”. Bolsonaro pediu para que as pessoas caprichem no voto, em especial para vereadores.

“E nos preparemos para 26, o futuro a Deus pertence. Nós sabemos o que deve ser feito no futuro para que Brasil tenha um presidente que tenha Deus no coração, que ame sua bandeira, que se emocione quando toca o Hino Nacional, que respeite a família brasileira e que ame, de verdade, o seu povo. Vocês são os responsáveis por mim e pelo Tarcísio estar aqui.”

“Nós não podemos concordar que um poder tire do palco político quem quer que seja, a não ser por um motivo extremamente justo. Não podemos pensar em ganhar as eleições, afastando os opositores do cenário político”, afirmou o ex-presidente, que pediu uma salva de palmas para a Polícia Militar, Polícia Civil e a Guarda Municipal presente na manifestação.

A ex-primeira-dama, Michele Bolsonaro, se emocionou, fez oração e falou das perseguições, que a família tem sofrido.

Já o pastor Silas Malafaia que pagou o caminhão de som, de onde foram proferidos os discursos falou de forma contundente, lembrou ataques da esquerda contra instituições e que nunca foram motivo sequer de escândalos.

O domingo, 25, começou agitado. O jornalista português Sérgio Tavares, que veio ao Brasil cobrir a manifestação foi detido pela Polícia Federal.

O jornalista informou que seu passaporte foi recolhido pela PF e ele se sentiu tratado como se fosse um criminoso.

Tavares relatou que a Polícia Federal o questionou sobre informações e opiniões emitidas pelo jornalista, sobre o Brasil.

O fato repercutiu em Portugal, o partido Alternativa Democrática Nacional divulgou nota de protesto sob o título “Ditadura no Brasil contra o português Sérgio Tavares”.

A embaixada portuguesa também reagiu e chamou a detenção do jornalista de “perseguição fascista”.

Houve também denúncias, nas redes sociais, de ônibus de manifestantes, a caminho da Avenida Paulista, retidos pela Polícia Rodoviária Federal.
Em vídeos divulgados nas redes, passageiros afirmaram que o intuito era impedi-los de chegar à manifestação.

Os quatro anos de Governo Bolsonaro foram marcados por grandes manifestações de rua, em favor do presidente à época.

As manifestações permaneceram mesmo após o resultado das eleições de 2022. No entanto, em 8 de janeiro, após atos de vandalismos e a prisão de mais de mil pessoas, algumas que nem sequer estiveram em Brasília, no dia 8, as ruas se esvaziaram, mas neste domingo, 25, a população voltou às ruas.

Apesar da manifestação ser na Avenida Paulista, ruas adjacentes à avenida se encheram de pessoas vestidas de verde e amarelo.

Na web canais mostraram o mar de gente em São Paulo. Senadores, deputados e governadores estiveram presentes no evento, que reuniu brasileiros de todo o Brasil.

Créditos (Imagem de capa): Foto: Reprodução PL

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Andreia Luíza Matias

Publicado por:

Andreia Luíza Matias

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