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Segunda-feira, 11 de Maio 2026
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Abraham em segundo para o Governo em SP. Entendendo a pesquisa e o cenário que se apresenta.

Pesquisa para Governador de SP mostra que uma fatia do povo quer mudança! Mas a mídia e o sistema jamais vão te dizer isso.

Abraham em segundo para o Governo em SP. Entendendo a pesquisa e o cenário que se apresenta.
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Pesquisas eleitorais são sempre muito questionadas pelo grande público. Sempre há uma sensação de manipulação ou de não retratar a realidade. E nesta quarta-feira (12), foi divulgada a Pesquisa Atlas para governador de SP, onde a imprensa fez questão de analisar e colocar a esquerda como a estrela principal, na leitura dos números.

Na matéria do Jornal El País, a manchete diz que " Com Boulos ou Haddad, candidatura única da esquerda lideraria disputa por Governo de São Paulo ".

Para começar, a manchete tenta induzir subjetivamente no imaginário do leitor que os outros colocados nos "cenários um e dois, da pesquisa", não seriam de esquerda. Fake News! Quer sejam de uma ala mais radical ou de uma ala "travestida de direita", usando termos como centro, centro direita, esquerda moderada (não existe esquerda moderada, aliás, esquerdistas nunca são moderados no poder, vide o próprio Governador João Dória), tudo ali é de esquerda. Até os que juram não ser. O Bolsonaro, no poder, tirou as máscaras de todos eles.

Diz assim a matéria:

"Seja liderada por Guilherme Boulos (PSOL) ou por Fernando Haddad (PT), uma candidatura única da esquerda largaria na frente na disputa pelo Governo de São Paulo em 2022, mostra a pesquisa Atlas divulgada nesta quarta-feira. Quando não concorre com o petista, Boulos apresenta 26,3% das intenções de voto num eventual primeiro turno pelo Palácio dos Bandeirantes, contra 17,9% de Paulo Skaf (MDB) e 13,3% de João Doria (PSDB). Já Haddad, sem enfrentar o psolista na mesma disputa, conta com 25,3% das intenções, a frente dos 13,5% de Skaf e 12,2% de Doria. No entanto, no cenário em que os nomes de esquerda rivalizam candidaturas, a pesquisa aponta um empate quádruplo na liderança do levantamento, que tem margem de erro de três pontos para mais ou para menos: Boulos (17%), Skaf (16,4%), Haddad (14,6%) e Marcio França (12,5%), do PSB."

Como a "Guerra Cultural" é feita no campo do imaginário das pessoas (o desejo vem da imaginação, ensina Olavo), a reportagem continua usando a fórmula tradicional da mídia, a de indução ao convencimento por um cenário que eles nos fazem imaginar real. A informação é apresentada do modo que interessa ao agente, contando com a corroboração de alguém "importante" ou algum "especialista". Nesse caso, temos os dois em um: o CEO da empresa de pesquisa.

“Chama a atenção a fortaleza de Guilherme Boulos, inclusive em cenário em que aparece junto com o Fernando Haddad”, comenta Andrei Roman, CEO do Atlas. “A sua candidatura à Prefeitura de São Paulo em 2020 cristalizou uma base forte e, caso a esquerda não se una, corre o risco de ficar fora do segundo turno”, explicou ele. Apesar de liderarem a enquete a governador, PT e PSOL aparecem na mesma pesquisa como os dois partidos com os maiores índices de rejeição no Estado, com 57,6% e 45,1% respectivamente. Já na rejeição direta aos candidatos, Haddad aparece em primeiro com 44,3%, seguido de João Doria (44,2%) e Geraldo Alckmin (39,1%). Boulos é o sexto mais rejeitado entre oito candidatos, com 37%.

Primeiro de tudo, temos um "Boulos é o cara", né? O que ele nos diz é que Boulos tem uma base forte consolidada, ou seja, Boulos tem uma parte significativa dos paulistas o apoiando. Ou seja, uma boa parte de paulistas que gostam desse negócio de invadir casa, botar fogo e quebrar tudo. É disso que eles tentam nos convencer desde a eleição municipal passada. Você acha isso real? Eu jamais acharei. Mas há algo que ele não pode deixar de dizer e faz então como um "alerta para a esquerda", é o seguinte: os líderes das pesquisas são os líderes em rejeição! Começando pelos partidos "da esquerda", PT e PSOL. Mesmo quando se coloca como o sexto com maior rejeição, o que nós temos é o terrorista do PSOL com 37% de rejeição! Ou seja, segundo a pesquisa, 8% rejeita o partido do Boulos, mas, ao que parece, não sabem que ele é desse partido  ou deixam pra lá.

Os números mostram também que aquele que hoje tem a máquina do Estado na mão, junto com o seu partido, que governa o Estado há mais de duas décadas, também são figuras indesejadas pelos Paulistas.

Para completar, nos dois primeiros cenários da pesquisa, Paulo Skaf aparece em segundo lugar sempre, parecendo repetir a sina de outros eternos candidatos. Aqueles que sempre ficam no quase, verdadeiros "cavalos paraguaios". Apesar de uma aproximação com o Governo Bolsonaro e o próprio Presidente, Skaf não consegue unir em seu nome o apoio de quem apoia o Presidente e, certamente, me arrisco dizer aqui, muito daqueles que declaram apoio a ele, acreditam que ele é um "homem de direita". Derrete fácil numa campanha.

Já o eleitorado fiel as pautas que levaram o Presidente Bolsonaro ao poder, em 2018, colocam Skaf em terceiro quando o nome do ex-Ministro da Educação, Abraham Weintraub surge num terceiro cenário. Abraham, que não tem espaço positivo algum na mídia tradicional e tem seu nome contestado por uma parte pequenina de seguidores do Presidente no twitter, parece ter cada vez mais espaço no coração dos Paulistas. Seus números são altamente positivos nessa pesquisa e revelam que parte do eleitorado deseja uma mudança completa do cenário político, livre dos mesmos nomes de sempre. Mudança!

E para alguém que só aparece na mídia para apanhar, salvo raras exceções, estar em segundo é expressivo. Muito expressivo mesmo. Ao que parece, vai se consolidando como o "candidato da direita", escolhido pelo eleitor, para a eleição paulista de 22. Vale lembrar, Abraham não tem sequer filiação partidária.

Portanto, a pesquisa revela que o Presidente tem é um pepino nas mãos pela frente. Abrir guerra e decepcionar parte do seu eleitorado que deseja ter o Abraham como Governador, não o apoiando frontalmente? Enfrentar a parte do sistema que lhe apoia e vem tentando emplacar um "Celso Russomano" da vez, como Paulo Skaf? E brincando de imaginar, deixo a pergunta: será que a tentativa de lançar o nome do Ministro Tarcísio seria uma tentativa de agradar ambos os lados e assim ter liberdade para indicar um outro candidato a vice-presidente, em sua chapa?

Mas o que a pesquisa revela mesmo, para mim, é que tem muita gente que está de saco cheio e quer mudança mesmo! Ir além do jogo político. Não estou entrando no mérito se o Abraham representa isso, se isso pode acontecer ou não, com ele chegando lá, nem se alguém chegando lá poderá fazer isso e etc. Muito menos, antes que apareça um alguém que se ache mais bolsonarista do que qualquer outra pessoa e venha me acusar de que o Presidente não esteja fazendo nada para enfrentar o sistema ou só faz jogo político, blá blá blá, infiltrado... Falo aqui do desejo do povo por alguém que consiga ter, em sua imagem, essa mensagem de mudança e enfrentamento do sistema. Como teve o Presidente em 2018 e como ele ainda tem para aqueles que, como eu, continuam firme no seu apoio. 

Em resumo, o "nós contra eles" da esquerda, do PT, era de mentirinha, era teatrinho das tesouras. O nosso não é, não pode ser e precisa existir.

Nós somos a maioria esmagadora no Brasil. Nós precisamos é mostrar a todos que ainda se distraem pela mídia (a maioria) quem somos nós, o que queremos, o que representamos e quem são eles! João 8:32 na veia, o tempo todo!

Eles que são de variadas cores. Do azul com amarelo, do laranja, do verde ambiental e até alguns com uma camada de tinta verde e amarela, mas com a alma negra do comunismo e com os bolsos sedentos pelo vermelho oriental, precisam ser visto como realmente são. E as pesquisas paulistas mostram que uma parte do leitorado de SP já entendeu isso.

Fonte/Créditos: Gustavo Reis

Créditos (Imagem de capa): Gustavo Reis

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