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A hora é chegada

"O preço da liberdade é a eterna vigilância”, como vaticinou Thomas Jefferson

A hora é chegada
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Somos, o Brasil, o país das oportunidades. Foi o mantra que ouvi desde cedo, ao tempo que fui repórter de um dos mais importantes jornais, O Globo(hoje na lama do descrédito, o que lamento). Vamos, porém, cuidar e providenciar logo para que os oportunistas de plantão, em Brasília, não consigam destruir o que ainda resta desta nação, conforme é o intento inato de toda a esquerda latino americana. Lembremo-nos de que "o preço da liberdade é a eterna vigilância”, como vaticinou Thomas Jefferson.

É chegada a hora. Os tentáculos do mal se multiplicam, tomam de assalto nossas instituições, calam os “atrevidos” opositores e sequestram a mente de nossas crianças e jovens. Tudo em favor de uma “democracia relativa”, que não passa de um estado puramente ditatorial e, na, essência, de uma crueldade satânica.

Não, absolutamente, não basta estarmos com os olhos bem abertos, observando o mal avançar. Isso é insuficiente. Uma certa ideologia da fantasia nos ensina: "Os olhos são inúteis, quando a mente é cega".

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A mente de milhões foi sequestrada desde lá atrás, final dos anos 70, início dos 80. Não por outra razão, essa já ficou para a história como a “década perdida”. Se vivemos hoje um pesadelo autoritário sem igual na história recente deste país, é o reflexo dessa tomada do inconsciente coletivo de nossa gente. Freud detalhou passo a passo esse processo que não deixa de ser "a escravidão mental do indivíduo”. É, com certeza, a pior escravidão entre todas as  formas conhecidas.

Como já disse, o Planalto se transformou numa autêntica sinagoga de satanás. O “astro-rei” que para ali foi nomeado pela “câmara luciferiana” em que se tornou certa Corte, não sossega enquanto sua mente, insana e despudorada, vislumbre raios de luz desafiando seu mundo de trevas e desesperanças. Que tempos! Quanta insanidade, juntas a desafiar nossos sonhos de um dia transformar esta numa grande nação.

Desistir? Jamais! Como dizia o teatrólogo e escritor alemão Bertold Brecht: "Há homens que sonham um dia e são bons; há outros que sonham um ano e são melhores; há os que sonham muitos anos e são muito bons. Mas há os que sonham toda a vida. Esses são imprescindíveis".

O Brasil dos nossos sonhos exige a prática bíblica do “vigiai e orai”. Ao mesmo tempo, cabe-nos, "sonhar”, mas também,  “agir”. Antes que até essa oportunidade nos seja “roubada”, literalmente.

Créditos (Imagem de capa): Foto: Ilustração

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Silvio Lopes

Publicado por:

Silvio Lopes

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