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Domingo, 10 de Maio 2026
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A guerra cultural é implacável. 

Não adianta reclamar. Tudo começa na Guerra Cultural

A guerra cultural é implacável. 
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A guerra cultural é implacável. 

Assim como no Brasil, as universidades americanas vão deixando a excelência de lado e vão servindo de verdadeiras usinas produtoras de militantes esquerdistas. Mesmo que esse fenômeno não seja novo, para nós brasileiros e para o restante do mundo, a sensação é de que se antes "um maluco" elaborava teses toscas sozinho e sozinho continuava em seu besteirol, nos dias atuais, criar narrativas interessantes para a destruição de valores e conceitos da nossa civilização, ganha relevância, importância e espaço na mídia.

Nesse jogo de cartas marcadas, a dobradinha entre os meios de comunicação e formadores de opinião com a "Elite Intelectual" das Universidades, o objetivo é sempre o mesmo: destruir nossa sociedade. E tudo aquilo que a esquerda ensinou e pratica até o dias de hoje, é usado sem o mínimo pudor.

A subversão do sentido real das palavras e de conceitos são usados a todo vapor para criar "consciência social" nas pessoas e assim, reparar "débitos históricos" de uma sociedade que só tem culpa, atualmente, de ter permitido que esse tipo de bobagem passasse a ter relevância nos dias de hoje.

No excelente documentário da Brasil Paralelo, O Fim das Nações, assistimos como os valores e os avanços da sociedade americana foram usados contra eles mesmos. E como a mídia foi fundamental para fomentar, a partir da revolução cultural, todo um discurso utilizando as mazelas daquela sociedade contra ela mesma. Uma manipulação da boa fé dos jovens diabólica.

Aqui no Brasil, falar de guerra cultural se tornou assunto batido entre nós, conservadores e "direitistas". Todavia, entender a dimensão desse tema ainda está, ao meu ver, distante da percepção da maioria. Talvez por associarmos o termo "Cultural" a algo ligado a estudos ou artes. Mas se dissermos que estamos vivendo uma "Guerra de Hábitos, Guerra de Costumes", talvez consigamos dar uma noção mais fácil de ser compreendida pela maioria., mesmo que e ainda que esses termos limitem a extensão do problema em muitas situações. Afinal, a guerra é cultural. É ampla, não se limita aos nossos hábitos e costumes.

O que vemos incessantemente na mídia, na TV é essa mensagem: seus hábitos, seus costumes, tudo aquilo que você aprendeu com seus pais, avós, seus antepassados, estão errados ou já não precisam mais ser assim. Devem ser modificados, afinal, são ultrapassados e se você mudar, você vai viver melhor e, por consequência, nós faremos um mundo.

Mas se você se negar a embarcar nessa canoa furada, os argumentos contrários, principalmente para os mais jovens que estão em fase de auto afirmação e construção da sua personalidade, são os mesmos usados pelos incentivadores do uso de drogas. Algo do tipo, não seja ultrapassado, não seja "out", não seja alguém retrógrado! Seja moderno e entre nessa que você será "o cara" de vanguarda. 

Curiosamente, por outro lado, uma parcela da população tem uma boa noção do que se passa mas não entende a dimensão disso. Qualquer pessoa fala que a TV "só ensina o que não presta". Mas essa mesma pessoa, com poucas exceções, consome a TV o tempo inteiro e comenta o BBB, por exemplo. E o pior e mais grave, assimila novos hábitos, novos costumes e se acostuma com algum hábito, que num passado até mesmo recente, seria impensável.

Realmente é desanimador. É um massacre, é uma luta de David contra Golias. Eles não param, eles usam de todos os meios, o tempo todo e todo tempo para impor novos hábitos, costumes e irem apagando aquilo tudo que sempre tivemos como valores.

Portanto, não basta entender o que acontece. Mesmo que ainda mostremos mais claramente do que se trata para a grande maioria, é necessário que as pessoas estejam dispostas a fazer essa guerra. E se pouquíssimos entendem isso como uma guerra, mais difícil ainda quem esteja disposto a fazê-la.

A religiosidade da civilização ocidental, a fé judaico-cristã é a última barreira efetiva contra um progressismo que se aproveita do materialismo e só nos faz regredir a hábitos, costumes, conceitos e valores de sociedades pagãs, pré-civilizadas. 

É assustador lermos que um professor de uma Universidade norte-americana busca cancelar Aristóteles e Platão. Já não bastasse "as culpas históricas" dos conquistadores europeus, do "homem diante da mulher", de "brancos diante de negros", as loucuras e os objetivos dessas pessoas que são tomadas por ódio, rancor, inveja, sentimentos baixos e colocam toda sua ira contra a sociedade, parece não ter limites. Como é assustador o rodeio de verdadeiros monstros pregando a normalidade da pedofilia ou o incentivo a uma alimentação grotesca, a base de vermes e insetos.

A guerra cultural é implacável. Ou nossos hábitos e costumes voltam a se impor, deixando pra trás tudo aquilo que deu brecha para que bandeiras justas fossem levantadas (quem não quer um mundo mais justo, mais igual em oportunidades ou um mundo que respeite a liberdade individual, por exemplo), ou assistiremos a cada dia mais, um verdadeiro massacre sobre nossa cultura e história.

Essa cultura que, ao longo de sua história, trilhou e nos legou, entre erros e acertos, conceitos, valores e pensamentos que nos trouxeram até aqui. E que hoje dá voz e liberdade para que uma pequena, mas combativa, barulhenta e poderosa financeiramente, parte da sua sociedade tente destruí-la usando seus próprios conceitos e valores como argumento.

Portanto, não adianta reclamar. Tudo começa na Guerra Cultural. Fazer o país crescer, gerar dinheiro, renda, progresso, tudo isso é necessário, louvável e admirável. Mas se não dermos o passo em direção a essa guerra, melhoraremos a condição material da população. Somente a material.


Fonte/Créditos: Gustavo Reis

Créditos (Imagem de capa): pixabay

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