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Lula, “el mayor piscinero brasileño”.

Lula não joga pra perder. Nem ele, nem o sistema.

Lula, “el mayor piscinero brasileño”.
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Quem me acompanha sabe que quase sempre eu uso o futebol para exemplificar as coisas que acontecem no nosso dia-a-dia do Brasil. Muitas vezes, a nossa política, principalmente quando envolve o juridiquês e suas regras, o esporte bretão serve, como nunca, para colocar tudo às claras para o povo.

No Brasil, é conhecido como cai-cai. Em países de língua espanhola, principalmente na Espanha, é conhecido como “piscinero” (e coloco em espanhol porque a esquerda brasileira fala a mesma língua de Cuba e Venezuela). O jogador que sempre tenta cavar faltas se jogando, se “vitimizando”, tentando enganar a arbitragem, ludibriar até o público. O malandro muitas vezes até chora . E o Lula hoje é o maior cavador de faltas da política nacional.

O maior ladrão da história do Brasil começou a fazer um discurso contrário a tudo aquilo que o brasileiro pensa. Não só pensa como preza. Fez um discurso pró-aborto, defendeu cerceamento de liberdade de expressão, o controle da mídia, sugeriu que a população deveria pressionar parlamentares e familiares em suas casas, categorizou policias de forma negativa e teve a petulância até de dizer que o brasileiro só precisa ter uma televisão em casa. Fora do Brasil, disse para estrangeiros não investirem no Brasil que ele mudaria tudo chegando ao Poder. Ficou maluco? Tá esclerosado? Tá bêbado? Até tem muita chance de estar bêbado, mas não se trata de nada disso.

Mas ele foi além. Disse que ninguém conhece mais eleição presidencial do que ele, que ele não quer mais saber das redes sociais e vai às ruas falar com o povo. E já foi falando demais. Preciso dizer algo: nada que um líder esquerdista faz é a toa. Nada que sai da boca de um cretino como ele é, sai de graça. Tudo é pensado, tudo é calculado e tem um objetivo (ou uns) muito bem determinado. Mais quais seriam os objetivos dessas declarações? O que levaria o líder das pesquisas declarar aquilo que o brasileiro não aceita e na sequência, nas ruas, começar a falar mais do que pode (literalmente)?

As declarações contra o Brasil dadas a empresários em visita ao México, país hoje maior produtor de drogas do mundo, visam tirar confiança do investidor internacional e prejudicar nossa economia. O órgão mais sensível do ser humano é o bolso e trazer a narrativa de que em sua época o povo comia carne e andava de avião sempre foi objetivo. Populismo de quinta categoria eleitoral.

Quanto as declarações da agenda esquerdista, que vão contra tudo aquilo que o brasileiro defende, tem um objetivo bem mais macabro. Em sendo eleito, estaria ele legitimado a implementar todo o manual nefasto da esquerda. Na marra, inclusive, se preciso for. A implantação de uma ditadura comunista travestida de democracia, como aconteceu na Venezuela ou Argentina. Mas essa conta só fecharia (lula ganhar a eleição) se as pesquisas eleitorais fossem traduzidas em verdade, ainda que pairasse a suspeita de fraude. Mas o primeiro de maio num lindo domingo de sol em todo o Brasil, decretou impiedosamente o fim da narrativa dos institutos de pesquisas e esfregou a vontade do povo brasileiro na cara da mídia militante. As imagens, quer sejam elas de ruas lotadas em verde amarelo por todo o país, quer sejam elas do fiasco do evento sindical em SP, sem presença de público e somando-se a isso, um outro dado pouco explorado, a INEXISTÊNCIA DE IMAGENS DA ESQUERDA EM OUTROS EVENTOS PELO BRASIL (simplesmente porque esses eventos sequer existiram), deram base para as últimas declarações de Lula, pós o Dia do Trabalho.

Muita gente suspeita que ele desistirá da campanha, passará o bastão para outro, com as alegações mais furadas do mundo, do tipo a promessa feita à Janja, sua mulher. Tudo para evitar a perda da eleição para o Presidente Bolsonaro e a rejeição definitiva ao projeto de esquerda.

Mas as coisas tomaram um rumo tão inesperado, com os atritos constantes entre STF e Forças Armadas, somados ao ato do Presidente ao conceder “Graça Presidencial” a Daniel Silveira (que inclusive deu a forma a esse primeiro de maio), que já não cabe uma simples passagem de bastão para um poste. Além disso, a terceira via não existe e isso dificulta a vida do sistema.

Lula cometeu crime eleitoral em Campinas nessa semana, “no meio do povo”. “Povo” esse que estava em ambiente controlado.  Ora, não vamos nos esquecer que ele tinha acabado de dizer que iria se dedicar a campanha de rua e abandonar rede social, afinal, ninguém entedia mais de campanha Presidencial, por tanta experiência, do que ele. Fato é que tal alegação só serve para esconder a falta de engajamento na internet e tentar, nesses ambientes controlados, mostrar que tem, similar ao Bolsonaro, povo atrás dele.

Mas a realidade é que ele não tem. Nem engajamento, nem apelo popular nas ruas.  E foi na rua mesmo, na mesma Campinas, que ele foi vaiado impiedosamente quando não se tinha controle das ruas de um condomínio. (E ainda exibiu seguranças portando armamento pesado e não livros). E por que digo que ele cometeu crime? É proibido por lei declarar candidatura antes da hora e fazer qualquer pedido de voto de forma explícita ou implícita. E ele pediu voto pra si. Pediu voto pro Haddad. Pediu voto no 13. E isso não foi à toa.

Vamos imaginar que todas as narrativas que estão sendo levadas ao estrangeiros por artistas e pela oposição, todas as declarações dos Ministro do STF, para brasileiros que fora do país, contra o Presidente e as Forças Armadas, todo o banzé criado pela Open Society Foundations, com o uso de ONGs, artistas nacionais e internacionais, para fazer campanha contra o Brasil no exterior, que tudo isso visa gerar um clima e criar uma gigantesca narrativa lá fora, de que o Presidente efetivamente cooptou os militares e que o resultado das eleições, se retratarem a vontade dos Brasileiros com a vitória do Bolsonaro é, na verdade vendida por eles, fruto de fraude por parte do governo e do próprio Presidente na eleição, numa interferência direta no “processo democrático”.

Agora vamos imaginar, por outro lado, que se fizerem as fraudes na marra, a atuação dos militares diante das irregularidades será líquida e certa. Mas será tratada também como golpe, no Brasil e no exterior pela mídia e todos esses grupos, ONGs, artistas. Golpe de uem não aceita o “processo democrático” e está interferindo pelo resultado eleitoral não representar os anseios do Presidente e dos Generais reacionários e ditadores.

Talvez seja por isso, não a toa, que temos o Gal. Paulo Sérgio, Ministro da Defesa, e o Gal. Portella, responsável por representar as Forças na Comissão da Transparência, criada pelo TSE, exigindo AGORA um posicionamento oficial do TSE sobre o que será feito se alguma irregularidade for encontrada.

Portanto, imagino eu que todos aqueles que não querem a vontade popular estão “cavando” uma narrativa, uma situação para levar a diante o intento de não termos Bolsonaro na cadeira presidencial em 2023. Mas o maior de todos os “piscineros” é Lula. Seria uma saída honrosa, gloriosa e necessária para uma esquerda que não tem mais força para nada, ele ser cassado pelo TSE por crime eleitoral. Viraria vítima.

Ao contrário de como grande parte da direita encara os fatos, as coisas não acabam numa data específica. O mundo não acaba com o resultado negativo nas eleições de 2022. Nem pra nós e nem pra eles. E eles sabem disso.  

Para a esquerda, é melhor ter muitos soldados em seus postos, ainda que tenham sido impossibilitados de fazer o que se desejava do que fazer um enfrentamento brutal com risco grande de perda de seus combatentes e deixar o inimigo ocupar esse espaço. Contenção de danos. Portanto, podemos estar diante de um recuo de posicionamento de figuras importantes (não sem continuar lutando até o momento limite de recuo, criando problemas) para que, mesmo o Presidente sendo reeleito, não se perca a condição de inviabilizar seu governo de segundo mandato.

Isso daria a chance de vender para o mundo e para parte da população brasileira, com a ajuda da mídia velhaca e servil,  a mensagem de que tudo aquilo que o Presidente dizia sobre STF, TSE, sistema eleitoral, não passava de mentira e bravata. Afinal, nesse cenário hipotético e bem razoável de acontecer, esse mesmo STF e TSE, tão acusados de parcialidade, teriam agido exemplarmente em “nome da democracia” e não perdoaram o contra crime eleitoral cometido daquele que estava sendo acusado de se beneficiar da tal parcialidade.

Vale lembrar que já vimos parte das personalidades dessa corte prender e soltar o Lula, conforme a necessidade da agenda comunoglobalista. Não seria novidade nenhuma.

Em suma, Lula não joga para perder. Nem ele, nem o sistema. E o que se tenta o tempo todo é cavar uma situação para roubar o jogo do povo brasileiro. Nem que seja depois das eleições.

FONTE/CRÉDITOS: Gustavo Reis
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